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	<title>Vida e Carreira</title>
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	<description>Espaço destinado a discutir idéias e promover reflexões sobre vida profissional, carreira e mercado de trabalho, bem como apresentar resultados, através de depoimentos dos serviços de assessoria em Orientação Profissional e de Carreira.</description>
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		<title>Mudar de carreira não é fácil, mas é possível</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 18:55:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adriana Gomes]]></category>
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		<description><![CDATA[O número de profissionais frustrados em relação à escolha profissional ou ao rumo que a carreira tomou é muito grande. Um estudo da HLCA Human Learning mostrou que 78% dos profissionais não estão felizes, depois de ouvir dez mil pessoas que têm entre 18 e 60 anos e trabalham em empresas de médio e grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tituloartigo"><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/06/carreira-labirinto1.jpg"><img class="size-full wp-image-441 alignright" title="carreira labirinto" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/06/carreira-labirinto1.jpg" alt="" width="311" height="315" /></a>O número de profissionais frustrados em relação à escolha profissional ou ao rumo que a carreira tomou é muito grande. Um estudo da HLCA Human Learning mostrou que 78% dos profissionais não estão felizes, depois de ouvir dez mil pessoas que têm entre 18 e 60 anos e trabalham em empresas de médio e grande porte de todo o país.</div>
<div id="conteudoartigo">
<div id="artigo">
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<p>O fato é que vivemos num mundo com mudanças muito aceleradas que, na maior parte das vezes, ocorrem sem passar pelo nosso crivo. O resultado dessa aceleração é que as pessoas passam a tratar a própria vida como se fosse um estabelecimento de “fast food”. Elas pedem o “combo da vez” e esperam receber tudo instantaneamente. A qualidade, claro, fica para segundo plano, mas a necessidade de alimentação rápida é suprida. No curto prazo, tudo bem, a opção parece boa. Se pensarmos no longo prazo, no entanto, essa equação fica perigosa para a saúde.</p>
<p>Muita gente que passa por isso sabe que é preciso mudar. Mas quantas pessoas estão efetivamente dispostas e investir o pouco tempo que sobra depois do trabalho para pensar e executar essa mudança?</p>
<p>Há anos venho me dedicando à orientação profissional e de carreira e confesso que fico frustrada quando vejo pessoas que iniciam um processo de mudança profissional &#8211; com um discurso intenso e verdadeiro – e abandonam esse projeto depois de três meses.</p>
<p>Mudar não é trabalho fácil nem agradável e, na maioria das vezes, leva mais tempo do que gostaríamos. Ele pode, sim, levar mais de seis meses porque é praticamente um processo de reconstrução da identidade. Afinal, estamos falando de orientações e ações que vão impactar em todas as esferas da vida por muito tempo.</p>
<p><strong>Um passo de cada vez &#8211; </strong>Para começar um projeto desse tipo, é preciso pensar em autoconhecimento, em reconhecimento e apropriação da própria vida e dos processos de escolha pessoal.</p>
<p>Também é essecial pesquisar sobre as áreas de interesse. Não é concebível, nos dias de hoje, que alguém se contente com breves descrições em guias de estudante e internet, ainda mais quando já se sentiu o dissabor de uma escolha inadequada. É preciso ir mais fundo, fazer uma boa sondagem do mercado, conversar com profissionais, conhecer o local de trabalho, saber quais são os ossos do ofício. Todo ofício tem os seus.</p>
<p>Outro ponto essencial é entender que mudar de atividade profissional recai em questões financeiras. Toda mudança – seja de carreira ou uma simples troca de emprego &#8211; pode gerar perdas iniciais de remuneração. Além disso, muitas vezes é preciso investir na aquisição de novos conhecimentos, com cursos de extensão, pós-graduação ou até uma nova faculdade.</p>
<p><strong>Perder para ganhar &#8211; </strong>Rever seu papel dentro do contexto social em que se está inserido é outro aspecto que ser levado em consideração. Quanto você está disposto a perder do seu “status” atual para correr o risco de fazer algo diferente? Vivemos numa sociedade em que alguns rótulos são extremamente valorizados. As pessoas se acostumam com as vantagens que títulos de Executivo, Gerente, Diretor, CEO`s, CFO´s, etc podem trazer. A mudança implica em abrir mão de algumas coisas para conseguir outras. Nem sempre isso é fácil. Nem sempre é rápido.</p>
<p>Há ainda as pressões sociais e familiares, algumas veladas, outras explicitas,  que, direta ou indiretamente, acabam formatando nossas escolhas profissionais e pessoais. As auto-exigências em relação a conquistas de bens materiais e acúmulo financeiro, além de bem estar e qualidade de vida, também pensam.</p>
<p>Antes de partir para um processo de mudança, avalie se você tem o apoio de pessoas importantes e afetivamente comprometidas que incentivem sua decisão. Se a resposta for sim, converse com elas. Deixe claras as suas intenções e certifique-se de que entendeu os riscos envolvidos. Encontrar muitas resistências e dificuldades pode comprometer todos os outros aspectos do seu projeto e isso é muito sério.</p>
<p><strong>Entre a insatisfação e a realização &#8211; </strong>Por tudo isso é que as questões relacionadas ao planejamento e mudança profissional e de carreira não são instantâneas, apesar de sermos pressionados por tempos curtos e resultados rápidos por todos os lados.</p>
<p>Refletir e planejar por alguns meses, de maneira consciente e sistemática, pode fazer toda a diferença entre continuar insatisfeito, sem perspectiva, até que chegue a aposentadoria quando se pensa “agora estou livre das obrigações e posso fazer o que quero”, ou tomar as rédeas da própria vida hoje e fazer valer seus projetos em todas as esferas o quanto antes.</p>
<p>Agora que você já tem uma idéia dos pontos que deve levar em consideração para programar sua jornada, mãos à obra. O momento é oportuno para iniciar novos projetos. Vamos lá?</p>
<div id="tituloartigo"><a href="Blog.aspx?emp=&amp;id=34"></a></p>
<div id="nomeautor">Adriana Gomes</div>
</div>
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<div id="imgautor"><img id="ctl00_Conteudo_internaartigo_imgautor" src="http://www.clickcarreira.com.br/media//imagens/usuarios/34.jpg" alt="" /></div>
</div>
<div id="dataautor">segunda-feira, 20 de junho de 2011</div>
<div><a href="http://www.clickcarreira.com.br/Artigo.aspx?id=1875">http://www.clickcarreira.com.br/Artigo.aspx?id=1875</a></div>
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</div>
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		<title>A segunda carreira</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 00:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[O tema da vida profissional na 3a. idade me agrada, apesar de perceber que as pessoas tem muita dificuldade em aceitar o evelecimento. Natural, afinal, imersos numa cultura que valoriza o novo e descarta o velho, nada parece mais natural do que tentar adiar o descarte pelo tempo que for possível. Mas, a verdade, é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/06/215719_159816840744605_157874747605481_364576_6822414_n.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-422" title="215719_159816840744605_157874747605481_364576_6822414_n" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/06/215719_159816840744605_157874747605481_364576_6822414_n.jpg" alt="" width="301" height="360" /></a><em><strong><span style="color: #993300;">O tema da vida profissional na 3a. idade me agrada, apesar de perceber que as pessoas tem muita dificuldade em aceitar o evelecimento. Natural, afinal, imersos numa cultura que valoriza o novo e descarta o velho, nada parece mais natural do que tentar adiar o descarte pelo tempo que for possível. Mas, a verdade, é que não adianta dar uma de Doryan Grey, pois nosso retrato está envelhecendo esteja ele onde estiver . Melhor é tirar proveito da siyuação e vive-la plenamente.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong><span style="color: #993300;">O artigo de Edson Rodrigues segue amesma linha do meus racínio e compartilho com vocês.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong><span style="color: #993300;">Um abraço,</span></strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong><span style="color: #993300;">Adriana Gomes</span></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="#">Por <strong>Edson Rodriguez</strong> para o RH.com.br </a></p>
<div id="conteudo_autor"><img src="/Portal/imagens/fechar.jpg" alt="" align="right" />Todo mundo está vivendo mais, isso é fato. Com o aumento da expectativa de vida, o tempo em que os aposentados vivem hoje é muito maior do que há alguns anos. E a tendência é continuar aumentando.</div>
<p>Já existe um mercado de lazer para a terceira idade e cada vez mais produtos e serviços são destinados a essa fatia da população, que não para de crescer em todo o mundo.</p>
<p>Ocorre que muitas pessoas aposentam-se com vigor, energia, capacidade de continuar produzindo, o que é extremamente salutar, pois os benefícios de um trabalho contínuo durante os anos de aposentadoria podem acrescentar mais de uma década na vida das pessoas.</p>
<p>Alguns estudos demonstram que homens e mulheres que continuam a trabalhar depois de aposentados têm mais chances de se manterem saudades e lúcidos. Aqueles que se mantiverem trabalhando após os 70 anos terão quase três vezes mais chances de estarem vivos aos 85 anos do que aqueles que pararem de trabalhar.</p>
<p>Foi-se o tempo em que a palavra aposentadoria designava o fim de uma vida produtiva. Pelo contrário, hoje é vista como um ponto de transição para uma nova fase da vida.</p>
<p>O trabalho ajuda os mais velhos a manterem suas mentes e seus corpos ativos, proporcionando interação social e encontrando assim um sentido para a vida, além de ser um momento muito interessante para o indivíduo dedicar-se àquilo que ele realmente gosta de fazer.</p>
<p>Entretanto poucos se preparam para esse momento, o que implica lidar tanto com as transformações da rotina diária quanto com a escolha de como ocupar o tempo que agora ficou disponível.</p>
<p>Para o autor do livro <em>O Poder da Idade</em>, Dr. Ken Dychtwald, esse momento ocorre entre os 50 e 70 anos, podendo, inclusive, ser uma época de grande frustração ou ansiedade entre os indivíduos, principalmente aqueles que trabalham em áreas ou atividades específicas onde não veem uma continuidade pós-aposentadoria. É a pergunta que se fazem, seja consciente ou inconscientemente: &#8220;O que eu vou fazer daqui pra frente?&#8221;.</p>
<p>Imaginemos alguém que trabalhou 35 anos em áreas fabris, desde aprendiz de oficial torneiro até chegar ao cargo de gerente de turno na aposentadoria. Aí, ele passou por um teste de perfil e descobriu que tem uma grande aptidão para áreas de comunicação e marketing, além de um gosto muito grande por viagens e novidades. Assim, com 55 anos, ele se decidiu por uma atividade como guia turístico, ou seja, lidar com pessoas. Essa é a sua nova carreira e com o vigor que ele ainda tem, provavelmente, poderá exercê-la por uns 15 anos ainda. É uma situação idealizada, mas que serve de modelo para aqueles que querem uma segunda carreira.</p>
<p>O planejamento para a aposentadoria, se e quando é exercido, geralmente se concentra em questões financeiras. A boa notícia é que muitas pessoas podem estar superestimando a quantidade de dinheiro que precisam, vários estudos mostram que as pessoas normalmente gastam muito menos com a idade.</p>
<p>De qualquer forma é extremamente válido fazer um planejamento financeiro onde os objetivos da vida possam ser definidos e programados devidamente, principalmente na segunda fase da carreira, onde se espera que o indivíduo trabalhe no que gosta e tenha mais tempo livre para isso.</p>
<p><strong>Alguns conselhos úteis para você que está chegando aos 50 anos:</strong></p>
<p>- Persiga suas paixões: do que você gosta realmente? Faça testes, descubra suas aptidões e o que você pode fazer que talvez nunca tenha feito.</p>
<p>- Experimente mais a natureza.</p>
<p>- Leia livros de assuntos diferentes e aumente seus horizontes.</p>
<p>- Viaje para lugares fora do circuito turístico.</p>
<p>- Siga uma religião, ou várias.</p>
<p>- Tenha muitos amigos.</p>
<p>- Cuide da sua saúde.</p>
<p>- Desfaça qualquer mal entendido entre amigos e parentes e, se valer a pena, resgate-os.</p>
<p>- Ouça música, vá ao teatro, ao cinema, divirta-se.</p>
<p>- Pratique sempre aquela frase na música do Frank Sinatra: <em>&#8220;The best is yet to come&#8221;</em>, ou seja, &#8220;O melhor ainda está por vir&#8221;&#8230; Sempre.</p>
<p><strong>Edson Rodriguez</strong><br />
Edson Rodriguez é vice -presidente da Thomas International Brasil. É autor dos livros: Conseguindo Resultados Através de Pessoas; e Futebol para Executivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Profissionais brasileiros agora querem atividades que tragam realização</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 18:44:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[  Com o processo de mudança na pirâmide demográfica no Brasil, a permanência de profissionais no mercado de trabalho ganha novos sentidos. No lugar de buscar apenas um complemento de renda, os profissionais agora querem atividades que tragam realização. Autora do livro Mudança de carreira e transformação da identidade, a professora da Escola Superior de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- ABAS --> </p>
<div>
<div>
<div id="abanoticia"><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/05/idade-e-trabalho.jpg"><img class="size-full wp-image-417 aligncenter" title="idade e trabalho" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/05/idade-e-trabalho.jpg" alt="" width="382" height="247" /></a>Com o processo de mudança na pirâmide demográfica no Brasil, a permanência de profissionais no mercado de trabalho ganha novos sentidos. No lugar de buscar apenas um complemento de renda, os profissionais agora querem atividades que tragam realização. <em><span style="color: #808080;"><strong>Autora do livro Mudança de carreira e transformação da identidade, a professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) Adriana Gomes observa que as pessoas querem satisfação nas relações de trabalho. “Elas percebem, ao longo do tempo, que sua atividade não traz mais felicidade, mesmo que sejam bem remuneradas. Falta o aplauso interno. Aí, podem até mesmo adoecer e ficar deprimidas”, diz. </strong></span></em></div>
<p>A professora do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em mercado de trabalho Débora Barem explica que, no momento da transição, as pessoas buscam liberdade. “O que mais incomoda é cumprir horário. Elas querem tempo livre para cuidar da vida. Desejam se sentir úteis sem serem constrangidas em suas atividades pessoais. A área de consultoria, por exemplo, é uma opção”, sugere. A seu ver, o trabalhador não deve pensar na mudança apenas perto da hora de se aposentar, mas planejar sua trajetória desde o momento em que sai da universidade.</p>
<p><strong>Voo alto</strong><br />
De olho num mercado que se abre, Tânia Tiemi Komatsu, 44 anos, está cursando faculdade de administração a fim de ingressar no mercado de trabalho. “Eu me dedico aos livros em tempo integral. Quando terminar, quero atuar na minha área. Há emprego, mas falta gente capacitada”, sustenta. Após terminar o ensino médio, em 1986, ela fez vestibulares, mas não obteve sucesso. Morou no Japão, país de sua família, e trabalhou como operária. De volta ao Brasil, foi incentivada a retomar os estudos.</p>
<p>Colega de curso de Tânia, Paulo Henrique Ottoni Macedo, 45 anos, está no quinto semestre do curso. “O mercado exige o nível superior e estou me adequando”, justifica. Paulo ingressou no curso de psicologia em 1984, mas não o concluiu. “Agora (ao optar pela administração), notei a necessidade de estudar. Pretendo fazer ainda uma especialização. Depois, quero voar mais alto e conseguir um cargo de destaquena minha área.&#8221; </p>
</div>
<div> </div>
<div>Correio Brasiliense  ?  Publicação: 24/04/2011</div>
<div><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/04/24/internas_economia,249287/profissionais-brasileiros-agora-querem-atividades-que-tragam-realizacao.shtml">http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/04/24/internas_economia,249287/profissionais-brasileiros-agora-querem-atividades-que-tragam-realizacao.shtml</a>?</div>
</div>
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		<title>Planeje agora seu trabalho no futuro</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 18:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[    A estudante de administração Tânia Komatsu tem 44 anos e quer atuar na área: &#8220;Falta gente capacitada&#8221; Se Winston Churchill tivesse se aposentado aos 65 anos de idade, ele não teria se tornado o primeiro-ministro da Inglaterra em 1940 nem sido um dos ícones na vitória dos países aliados na Segunda Guerra Mundial. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<div>
<div>
<div id="abanoticia">
<table>
<tbody>
<tr>
<td><img title="A estudante de administração Tânia Komatsu tem 44 anos e quer atuar na área: " src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/04/24/249288/20110424032841774410u.jpg" border="0" alt="A estudante de administração Tânia Komatsu tem 44 anos e quer atuar na área: " /></td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td>A estudante de administração Tânia Komatsu tem 44 anos e quer atuar na área: &#8220;Falta gente capacitada&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se Winston Churchill tivesse se aposentado aos 65 anos de idade, ele não teria se tornado o primeiro-ministro da Inglaterra em 1940 nem sido um dos ícones na vitória dos países aliados na Segunda Guerra Mundial. Diante do rápido processo de envelhecimento da população brasileira, hoje, se os profissionais quiserem aproveitar as oportunidades, eles deverão, a exemplo de Churchill, replanejar suas carreiras. Muito mais que estender sua temporada na vida ativa, eles terão a chance de escrever uma nova e bem-sucedida história.</p>
<p>No Brasil, em 2050, haverá 64 milhões de idosos (com mais de 65 anos), ante os atuais 19,6 milhões, uma mão de obra que será cada vez mais valiosa. Para especialistas em gestão de carreira, além de minimizar o rombo na Previdência Social — que apresenta um deficit anual da ordem de R$ 45 bilhões —, o alongamento do tempo do trabalho dos profissionais no país permitirá a eles desempenhar atividades que proporcionem mais prazer e qualidade de vida.</p>
<p>“Agora, a carreira não deve se encerrar entre os 55 e 60 anos de idade. Na faixa dos 45, por exemplo, eu posso começar a fomentar novos saltos ou rumos. Em função da maior expectativa de vida, nos países desenvolvidos as pessoas têm em mente a hipótese de continuar no mercado até os 70 anos”, afirma João Lins Pereira Filho, sócio responsável pela área de Consultoria de Recursos Humanos da PricewaterhouseCoopers Brasil (PwC).</p>
<p>Na avaliação do especialista, as possibilidades são infinitas. O trabalhador pode continuar no seu ramo de atividade, mudar completamente de área, aposentar-se e abrir um negócio ou ainda atuar em projetos sociais, entre outras opções. Em todos os casos, a regra de ouro é estar atento às mudanças em curso no país e no mundo, e se capacitar constantemente. A velocidade das inovações tecnológicas também impõe a necessidade de atualização.</p>
<p>Aos 58 anos de idade, o consultor comercial Agnelo Oliveira é um retrato do novo Brasil. Ainda sem pensar em pendurar as chuteiras, ele decidiu voltar para o banco da escola. “Concluí a faculdade de administração em 1981 e fiquei um bom tempo parado. Mesmo assim, no ano passado, consegui terminar minha pós-graduação em Organização e Gestão de Eventos”, conta. Para Agnelo, a tendência é que o mercado de trabalho acolha cada vez mais pessoas com idade superior a 45 anos. “Hoje em dia, a experiência também conta muito. Só que há mais competição”, argumenta.<br />
<span style="color: #800000;"><strong>Preconceito</strong></span><br />
Na opinião de Thaís Melo, sócia da empresa de Recursos Humanos Romancini Treinamento &amp; Desenvolvimento, o preconceito ainda é uma das principais barreiras para a permanência dos profissionais maduros no mercado de trabalho. “É uma cultura que tende a mudar na medida em que essas pessoas se fizerem mais presentes nas companhias. Hoje, ainda há uma preferência pelos jovens. Mas esse grupo se tornará escasso ao longo do tempo”, prevê. Nos últimos cinco anos, a média da idade das pessoas que fazem cursos na Romancini passou da faixa de 20 a 25 anos para a de 30 a 35 anos.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #000000;"><strong>Adriana Gomes</strong></span>, coordenadora do Centro de Carreiras da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), <span style="color: #808080;"><strong>considera que existe uma miopia em relação à “senhoridade” no mercado de trabalho. “As pessoas estão vivendo mais e é até leviandade achar que um profissional de 40 ou mais anos é velho para produzir. Mas a proposta, hoje, é que a educação seja contínua. Há muito tempo, apenas a graduação já não garante a qualificação de uma pessoa”, ressalta. </strong></span></span></p>
<p>O sócio da PwC diz que as empresas não podem olhar o trabalho do futuro com os óculos do passado. Antes, grande parte das atividades exigia vigor físico. A partir de agora, tanto a atualidade quanto o futuro demandarão mais conhecimento do que força. E aí, diz Pereira Filho, entram as descobertas da neurociência e da psicologia. Trabalhadores mais experientes contarão com um bônus, por exemplo, para assumir cargos de chefia. “Apesar de o cérebro, a partir dos 40, começar a perder velocidade e capacidade de memória de curto prazo, ele mantém e até aprimora a capacidade de solução de problemas e o potencial criativo. Isso muda a lógica para se pensar em plano de carreira daqui para frente”, analisa.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Reinvente-se</strong></span></p>
<p><strong><em>Na hora de replanejar a carreira, o profissional deve tomar uma série de cuidados. Confira os passos importantes</em></strong><br />
<strong> </strong><br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>Partida</strong></span><br />
<strong>Pense em quem você é, onde está e aonde quer chegar. O profissional </strong><br />
<strong>deve fazer um trabalho de autoconhecimento para identificar seus </strong><strong>valores, crenças e elaborar um novo projeto de vida.</strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Mapeamento</strong></span><br />
<strong>Levante informações sobre o mercado em que deseja atuar. Conheça as empresas, quem trabalha nelas, quais são os salários, as demandas, as dificuldades e o perfil exigido do profissional no setor. A partir disso, identifique suas fragilidades e trabalhe para se tornar mais competitivo.</strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Metas</strong></span><br />
<strong>Trace um plano de ação. Defina o que é preciso a curto, a médio e a longo prazo para começar a trabalhar na área, o que inclui finanças, contatos e capacitação. A transição não é simples: demora cerca de dois anos (quando não exige uma nova graduação) e deve ser bem pensada.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Fonte</span>: Adriana Gomes, coordenadora do Centro de Carreiras da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) e consultora</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p>Matéria de <a href="mailto:">Cristiane Bonfanti </a></p>
<p><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/04/24/internas_economia,249288/planeje-agora-seu-trabalho-no-futuro.shtml">http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/04/24/internas_economia,249288/planeje-agora-seu-trabalho-no-futuro.shtml</a></p>
<p>Publicação: 24/04/2011</p>
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		<title>Planejamento não elimina o fator supresa</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 14:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O novo sempre assusta. Basta lembrar situações como o primeiro encontro, o primeiro dia de aula, o primeiro dia de trabalho. O impacto e intensidade da emoção variam dependendo do momento de vida e do valor atribuído aos acontecimentos. Acredite: novidades e mudanças não são tão naturais para as pessoas quanto se imagina. A maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="autorartigo">
<div id="ctl00_Conteudo_internaartigo_divautor"><a href="http://www.clickcarreira.com.br/Colunista.aspx?id=34"></a></p>
<div id="nomeautor"><img src="http://www.clickcarreira.com.br/Media/Imagens/841.jpg" alt="" width="184" height="136" align="left" />O novo sempre assusta. Basta lembrar situações como o primeiro encontro, o primeiro dia de aula, o primeiro dia de trabalho. O impacto e intensidade da emoção variam dependendo do momento de vida e do valor atribuído aos acontecimentos. Acredite: novidades e mudanças não são tão naturais para as pessoas quanto se imagina. A maioria busca no conhecido e na rotina o conforto necessário para apaziguar as angústias que as novidades e as mudanças trazem.</div>
</div>
</div>
<div id="artigo">
<div id="txtartigo">
<div> </div>
<div>Não há como prever mudanças, mas há como planejar, se preparar para elas. Acontece que as pessoas, de maneira geral, não são estimuladas, a fazer planejamentos de qualquer espécie. Parecem viver sob a inspiração daquela música de Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar. Vida leva eu”. Como se a responsabilidade sobre as escolhas fosse externa, obra do acaso.</div>
<div> </div>
<div>Muitas vezes, tenho a impressão de que não se sentir autor, agente da própria vida, exime as pessoas das possíveis culpas e responsabilidades, já que elas atribuem ao destino ou aos deuses ou a qualquer outra entidade externa as alegrias e desgraças que acontecem.</div>
<div> </div>
<div>Talvez, exista uma má compreensão do que seja planejamento. Planejar não significa engessar a vida ou eliminar as surpresas, mas pensar estruturadamente, levantar possibilidades, criar cenários, alternativas.</div>
<div>Dá trabalho e pode roubar o tempo de não-trabalho conquistado com tanto suor. E esse, aliás, é um dos fatores que me levam a crer que, quando existe algum tempo de “folga”, as pessoas preferem a alienação ou a fuga para um lugar que demande menos, já que no ambiente profissional as exigências por resultados e entregas são cada vez maiores. </div>
<div> </p>
<div id="nomeautor"><img id="ctl00_Conteudo_wucinternacolunista_imgautor" src="http://www.clickcarreira.com.br/media//imagens/usuarios/34.jpg" alt="" /> Adriana Gomes</div>
<div id="dataautor">terça-feira, 26 de abril de 2011 &#8211; para Clickcarreira</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>No Limite da Incompetência – Contrata esse mesmo!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(*) Por Adriana Gomes “Se não encontramos ninguém melhor do que ele, então contrata esse mesmo.” Infelizmente essa decisão vem sendo tomada com mais freqüência do que poderíamos aceitar. As notícias parecem promissoras. Capa da revista Exame de abril http://migre.me/4gDkH anuncia em letras garrafais “Procuram-se 8 milhões de profissionais”. Fala-se do pleno emprego, definido na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 10pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/87141.jpg"><img class="size-medium wp-image-400 alignleft" title="AA028701" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/87141-300x198.jpg" alt="" width="495" height="198" /></a>(*) Por Adriana Gomes</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">“Se não encontramos ninguém melhor do que ele, então contrata esse mesmo.”</span></em></strong><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> Infelizmente essa decisão vem sendo tomada com mais freqüência do que poderíamos aceitar. As notícias parecem promissoras. Capa da revista Exame de abril </span><a href="http://migre.me/4gDkH"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><span style="color: #0000ff;">http://migre.me/4gDkH</span></span></a><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> anuncia em letras garrafais “Procuram-se 8 milhões de profissionais”. Fala-se do pleno emprego,</span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT;" lang="PT"> definido na matéria como o “</span><span style="font-size: small;"><span lang="PT"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">estágio em que a taxa de desemprego cai a níveis muito baixos e praticamente todas as pessoas qualificadas estão empregadas.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT;" lang="PT">Parece ótimo! Profissinais sendo disputados, muito trabalho para os RH’s tanto para selecionar quanto para reter seus quadros, porém, meu desconforto vem do discurso que ouço de empresários e profissionais de recursos humanos, sobre a enorme dificuldade de encontrar profissionais qualificados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT;" lang="PT">Abaixo apresento alguns dados que não devem ser esquecidos para compor o cenário que contrapõe a noção de pleno emprego:</span></p>
<ul>
<li>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O Brasil manteve o 88º lugar, mesma posição do ano passado, num total de 127 países de todo o mundo, no ranking do ensino, de acordo com o Relatório de Monitoramento Global, preparado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). O Brasil está atrás da Argentina, Chile e até mesmo Equador e Bolívia. Só para termos uma base comparativa o primeiro lugar da lista é o Japão, seguido por Reino Unido, Noruega e o Casaquistão, que aparece logo à frente de França, Itália e Suíça.</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font: 7pt 'Times New Roman';"> </span></span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Na matéria exibida pela rede globo “Sobram vagas em cursos de escolas técnicas e universidades do Brasil <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span><a href="http://migre.me/4gAtB"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="color: #0000ff;">http://migre.me/4gAtB</span></span></a><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> os números são alarmantes. Em áreas essenciais para o momento que vivemos sobram vagas. Para engenharia civil, setor carente, 28% das vagas não são preenchidas, para e</span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">ngenharia eletrônica, 31% e mesmo com todo o alarde do pré-sal a engenharia de petróleo deixa vaga 52% das carteiras. </span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font: 7pt 'Times New Roman';">  </span></span></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Para a área de TI, outra área em franca expansão, os números não são menos assustadores, em administração de redes, 62% <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>das vagas não são preenchidas e em análise de sistemas, há 79% de lugares sem dono.</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Não é só isso, muitos dos alunos abandonam a faculdade antes da conclusão e em algumas áreas a evasão chega a 50%.</span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">“O país que peneira a mão de obra e não encontra muita coisa desperdiça lugares até nas universidades públicas. Mais de 14 mil vagas não têm dono.”</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Em função do bom momento economico o Brasil é percebido internacionalmente como o pais das oportunidade. Além da imigração e com essa expectativa, há também o retorno de brasileiros que foram para o exterior e estão retornando para aproveitar a fase. Há também muitos profissionais que são  convidados  a trabalhar no Brasil. Em números isso quer dizer algo em torno de 180 mil profissionais dos cinco continentes aportaram no pais nos ultimos 5 anos, de acordo com levantamentosproduzidos pela Coordenação Geral de Imigração (CGI) do Ministério do trabalho <a href="http://migre.me/4gBtl">http://migre.me/4gBtl</a>. Das 11.530 autorização de trabalho concedidas  no primeiro trimestre deste ano _ um volume recorde para o período - 60% foram direcionadas a estrangeiros com diploma universitário, mestrado, doutorado e até PHD. Além disso, 80% dos vistos eram vinculados a funções técnicas ou projetos de transferência de tecnologia.</span></div>
</li>
<li>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">O B</span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">rasil tem um dos piores índices de proficiência em inglês do mundo </span><a href="http://migre.me/4gAJo"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><span style="color: #0000ff;">http://migre.me/4gAJo</span></span></a><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><span style="mso-spacerun: yes;">  </span>é o que indica pesquisa da escola e agência de intercâmbios Education First (EF), em matéria apresentada pela exame.com e facilmente confirmado em entrevistas de seleção, aliás, nem o português, pois a dificuldade para se expressar corretamente, em nosso idioma, por escrito ou verbalmente está ficando cada vez mais raro.</span></div>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Minha preocupação é que para muitas posições são contratados profissionais sem a devida qualificação e, além disso, as contratantes não se preocupam em formar, treinar e desenvolver essas pessoas. Custa caro, mas custará mais caro a médio prazo. Dados de pesquisa da Dom Cabral mostram que 54% das companhias reduziram os requisitos na contratação de pessoal para a área técnica e operacional. Nos cargos estratégicos, 28% das empresas também diminuíram as exigências, como pós-graduação, fluência em idiomas e experiência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.75pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Hoje, já pagamos preço alto pela falta de visão e interesse pela educação. Corremos o risco de um colapso, abreviando o Princípio de Peter, termo cunhado por Lawrence Johnston<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>afirma que &#8220;em um sistema hierárquico, todo funcionário tende a ser promovido até o seu nível de incompetência&#8221;. Se as contratações já estão abaixo das exigências mínimas, essa incompetência chegará muito antes das possíveis promoções que o profissional poderá ter ou pior, já estará ocupando uma posição em alto grau na escala hierárquica sem a competência necessária para isso. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Há, infelizmente, indícios que estamos muito próximos de confirmar minha tese. <span style="color: black;">Um estudo indicando que <strong>as obras</strong> de nove dos 13 aeroportos que serão utilizados na <strong>Copa</strong> do Mundo 2014 <strong>não ficarão prontas</strong> até o início da competição. </span></span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fwNJH1xzSoU&amp;feature=player_embedded"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"><span style="color: #0000ff;">http://www.youtube.com/watch?v=fwNJH1xzSoU&amp;feature=player_embedded</span></span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 14pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> </span><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;">Felizmente, há empresas responsáveis e profissionais conscientes que não retratam a afirmação de abertura deste artigo. Há vagas que ficam abertas por muitos meses, para desgosto e desagrado de gestores e muitos profissionais de RH. Baixar o nível de exigência não é a solução. Quantos postos de trabalho e oportunidades teremos que perder até que a lição seja aprendida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; mso-themecolor: text1;">(*) Adriana Gomes</span></em></em><em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;"> Mestre em Psicologia, pós em Clínica, Psicóloga e Coach com mais de<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>20 anos de carreira. </span></em></em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;"> <em><em style="mso-bidi-font-style: normal;">Ex-vice-presidente da Catho. Coordenadora Acadêmica da área de Pessoas, Professora da pós-graduação e Coordenadora do Centro de Carreiras da ESPM. Colaboradora dos Blogs da HSM e Clickcarreira. Autora do Livro Mudança de Carreira e Transformação da Identidade. Diretora do Site </em></em></span></em></span></strong><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/"><strong><span style="font-size: small;"><em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #333333;">www.vidaecarreira.com.br</span></em></em><em><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; color: #333333;"> </span></em></em></span></strong></a><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; color: #333333;"> </span></em></p>
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		<title>Como não frustrar alguém que deixou de ser promovido</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 22:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestores precisam ser transparentes para não alimentar falsas expectativas sobre promoções  Luciana Carvalho  Para evitar frustrações, o melhor é mostrar com clareza como é o processo de sucessão de executivos São Paulo – Se Tito Martins, presidente da Inco, subsidiária canadense da Vale, tivesse sido promovido a presidente da empresa, no lugar de Roger Agnelli, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gestores precisam ser transparentes para não alimentar falsas expectativas sobre promoções</p>
<p><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/87183.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-391" title="AA028038" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/87183-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><a href="http://exame.abril.com.br/jornalistas/luciana-carvalho"> Luciana Carvalho</a> </p>
<p>Para evitar frustrações, o melhor é mostrar com clareza como é o processo de sucessão de executivos</p>
<p>São Paulo – Se Tito Martins, presidente da Inco, subsidiária canadense da Vale, tivesse sido promovido a presidente da empresa, no lugar de Roger Agnelli, seu salário poderia subir de cerca de 11 milhões de reais, para quase 16 milhões por ano, incluindo ganhos fixos e variáveis. Mas, mais importante do que qualquer aumento milionário, teria sido o prestígio de comandar a segunda maior mineradora do mundo.</p>
<p>Apesar de todas as especulações do mercado, a posse de Martins no posto de Agnelli não passou disso. No dia 4 de abril, Murilo Ferreira, que não era cotado em nenhuma das listas que circularam pela imprensa e pelo mercado, foi anunciado como o próximo presidente da empresa, enviando Martins para o time dos inúmeros executivos que já passaram pela expectativa de uma promoção iminente, mas tiveram seus planos frustrados.</p>
<p>A rotina de qualquer empresa envolve situações como esta – a de lidar com a frustração de funcionários que eram candidatos a promoção, mas que, por um motivo ou outro, não conquistaram o novo posto. Por isso, tão importante quanto escolher o melhor nome para uma promoção, é lidar com as expectativas de quem participou do processo, mas não foi escolhido. Até porque, se o executivo teve seu nome considerado, é um sinal de que possui competências importantes para a empresa, mesmo não sendo o indicado.</p>
<p>Segundo os especialistas, a única coisa que a empresa pode fazer, nesta hora, é dar apoio também aos candidatos que não foram promovidos. <strong>“A transparência no processo de seleção deve ser trabalhada. É difícil lidar com a frustração, e é por isso que a empresa deve dar feedback, coaching, mostrar quais competências precisam ser desenvolvidas”, diz <span style="color: #ff6600;">Adriana Gomes, professora de gestão de pessoas da ESPM.</span></strong></p>
<p>Apoiar esses profissionais não é apenas um prêmio de consolação. É também estratégico para que a empresa continue desenvolvendo lideranças. Afinal, se o candidato perdeu a promoção por alguma habilidade que ainda precisa desenvolver, nada melhor do que treiná-lo e tê-lo à mão para repor uma vaga rapidamente. Nunca é demais lembrar que, com o aquecimento da economia, as companhias enfrentam dificuldades crescentes para encontrar e reter talentos.</p>
<p><strong>Motivação</strong></p>
<p>O professor da FGV, Marco Túlio Zanini, afirma que a empresa precisa mostrar como é feito o processo sucessório, quem dá a palavra final – entre acionistas e conselho, quais são as competências exigidas para a ocupação do cargo, os objetivos da empresa e as oportunidades que ela possui para o funcionário. Se a seleção for feita de forma transparente, a companhia não precisa se preocupar com uma possível falta de motivação do profissional. “A motivação dele está baseada em vários fatores. Quando o executivo sabe que está ranqueado e pelo menos está na lista dos possíveis sucessores, a frustração não é muito grande”, afirma.</p>
<p>Se o ego falar mais alto e o executivo se sentir desvalorizado por não ter conseguido a tão almejada vaga e desejar sair da empresa, <span style="color: #ff6600;">a professora <strong>Adriana Gomes</strong> recomenda às empresas acatarem a demissão. “As reações podem ser variadas, desde aceitação, até a saída do profissional. Se ele quer ir, o melhor é sair mesmo. É um peso grande para a empresa carregar, pois a produtividade pode piorar e ninguém vai ficar feliz, nem a empresa, nem o profissional”, diz.</span> É por isso que, mais uma vez, as regras do jogo precisam estar claras e os profissionais precisam entender que nem sempre a vaga será deles.</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/como-nao-frustrar-alguem-que-deixou-de-ser-promovido">http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/como-nao-frustrar-alguem-que-deixou-de-ser-promovido</a><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/exame_logo1.png"><img class="alignright size-full wp-image-396" title="exame_logo" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/exame_logo1.png" alt="" width="100" height="48" /></a><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/logo-portal-exame.jpg"></a></p>
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		<title>Estilo e personalidade são diferenciais em entrevistas de emprego</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 15:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista de Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Especialista dá dicas de como se vestir e se comportar para conquistar o cargo desejado Fonte: Divulgação   Entrevistas de emprego ainda tiram o sono de muitos candidatos para diferentes funções. O motivo de tanta preocupação é não corresponder ao perfil desejado pela empresa, errar no vestuário ou não ter um bom desempenho nas dinâmicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="materia-texto">
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #993300;">Especialista dá dicas de como se vestir e se comportar para conquistar o cargo desejado</span></h4>
<p><em></p>
<p class="autor-data" style="text-align: center;"><img src="http://www.editorcriacao.com.br/gerenciadorEditor/app/webroot/img/img-materia/imagem-entrevista-1.jpg" alt="" /><span class="legenda-foto">Fonte: Divulgação</span></p>
<p></em> </p>
<p>Entrevistas de emprego ainda tiram o sono de muitos candidatos para diferentes funções. O motivo de tanta preocupação é não corresponder ao perfil desejado pela empresa, errar no vestuário ou não ter um bom desempenho nas dinâmicas de grupo. <em><span style="color: #993300;"><strong>Adriana Gomes, psicóloga especializada em carreira e autora do livro Mudança de Carreira e Transformação da Identidade,</strong></span></em> ensina como lidar com a insegurança e não perder a grande chance.</p>
<p style="font-weight: bold;"><strong>Faça do guarda-roupa um aliado</strong></p>
<p>As roupas revelam muito da personalidade da mulher e dá ao entrevistador as primeiras impressões sobre atitude e postura. Antes de escolher as peças para a entrevista, é importante fazer uma breve pesquisa sobre a cultura da empresa e o local em que se apresentará. “Obter essas informações é de grande valia. Em caso de dúvida prefira um esporte fino, maquiagem leve, pouco perfume e nada de roupas justas e muito sensuais. Você deve ser escolhida pelas competências profissionais”, aconselha a especialista.</p>
<p style="font-weight: bold;"><strong>Em dinâmicas de grupo, mantenha o equilíbrio</strong></p>
<p>Falar em público é um pesadelo para muita gente. No entanto, algumas empresas optam por dinâmicas entre seus candidatos para selecionar alguém. A dica é não falar muito, nem pouco, mas falar bem. “É importante ser pertinente e contributivo, conseguir transmitir suas ideias e ainda conciliar a opinião dos demais. Não há regras. Cada empresa busca características diferentes para cada posição. O importante é ser verdadeira e espontânea, e não ficar sempre por último nas apresentações”.</p>
<p style="font-weight: bold;"><strong>Cuide para que a timidez não atrapalhe</strong></p>
<p>As empresas buscam pessoas com energia e que demonstrem vontade de aprender. A timidez em excesso pode dificultar a interação entre entrevistador e entrevistado, afastando as chances de conseguir uma vaga. “A passividade não conquista e nem cativa os entrevistadores. Pesquise sobre a empresa, produtos e serviços. Faça perguntas sobre o que a empresa espera do profissional que ocupará aquela posição, demonstre entusiasmo e vontade de estar lá e de aprender”, sugere Adriana.</p>
<p style="font-weight: bold;"><strong>Não tenha medo de ser você mesma</strong></p>
<p>É importante ser sincera e não esconder a personalidade. É impossível ser o que não é por muito tempo, além de exigir um esforço desnecessário. “Seja sincera, demonstre suas qualidades, qualificações e competências. Nada melhor do que trabalhar em um lugar onde você possa ser o que é tendo afinidade com a cultura da empresa. Por isso tente identificar empresas que você tenha afinidade. É muito diferente escolher uma empresa para trabalhar do que ser escolhida”, conclui.</p>
<p><a href="http://www.maisrevistamulher.com.br/artigos/ver/86/estilo-e-personalidade-sao-diferenciais-em-entrevistas-de-emprego">http://www.maisrevistamulher.com.br/artigos/ver/86/estilo-e-personalidade-sao-diferenciais-em-entrevistas-de-emprego</a></p>
<p>Por: Redação &#8211; 11:53:58 &#8211; 15/04/2011</p>
</div>
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		<title>Cinco pontos fundamentais para gestão da própria carreira</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 14:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[escolha profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[novo emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Ter critérios claros para analisar uma nova proposta de trabalho ajuda a evitar escolhas inadequadas, entretanto além dos critérios objetivos, o autoconhecimento é sua melhor bússula para escolhas adequadas. a matéria abaixo pode servir como ponto de partida. um abraço, Adriana Gomes Saiba que critérios usar na hora de avaliar se vale a pena trocar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/imagesCAH3V3ER.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-380" title="imagesCAH3V3ER" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/imagesCAH3V3ER.jpg" alt="" width="351" height="193" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><strong>Ter critérios claros para analisar uma nova proposta de trabalho ajuda a evitar escolhas inadequadas, entretanto além dos critérios objetivos, o autoconhecimento é sua melhor bússula para escolhas adequadas.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><strong>a matéria abaixo pode servir como ponto de partida.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><strong>um abraço,</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><strong>Adriana Gomes</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Saiba que critérios usar na hora de avaliar se vale a pena trocar de posto de trabalho.</strong></span></p>
<div id="texto-nivel3">
<div id="conteudo">
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<p>Tomar decisões sobre o curso da carreira nunca é fácil, esteja o profissional procurando por um novo emprego ou avaliando a oferta de um empregador em potencial.</p>
<p>É por isso que ter um guia objetivo para a tomada de grandes decisões relacionadas à carreira é importante. A recrutadora da empresa norte-americana de RH Russel Reynolds Associates, Shawn Banerji, aconselha os executivos a seguirem cinco critérios na avaliação de uma oferta de emprego: posição, pessoas, plataforma, lugar e pagamento. “Esses são os cinco pontos que devem ser levados obrigatoriamente em consideração”, diz Banerji.</p>
<p>Essa metodologia ajuda a reduzir a complexidade da decisão direcionar o foco da análise e levar o executivo a refletir se vale mesmo a pena deixar a posição atual.</p>
<p>Confira os detalhes sobre cada ponto a ser a avaliado:</p>
<p><strong>1 – Posição –</strong> Para determinar se a posição que está sendo oferecida é a certa para o profissional, ele deve ter respostas claras para uma série de perguntas: qual será seu papel efetivo na nova empresa? Quais serão as responsabilidades do papel e as expectativas para com o mesmo? Está confiante que pode ser bem sucedido no papel? Para quem se reportará? Qual a importância do cargo na escala de valor da companhia? Terá o poder necessário para fazer as realizações que espera?</p>
<p><strong>2 – Pessoas –</strong> O profissional se dá bem com as pessoas com as quais trabalha atualmente ou com as quais pode vir a trabalhar? Banerji ressalta que isso é muito importante, já que o tempo gasto com os colegas chega a ser maior do que o investido em família e amigos.</p>
<p><strong>3 – Plataforma – </strong>O profissional conta com uma plataforma com a qual se sente confiante e pronto para dar contribuição material? É importante considerar os objetivos de negócios da companhia: ela está passando por uma reformulação? Crescimento? Aquisições ou alienação? Banerji diz que essencial é entender como as habilidades e competências do profissional se alinham com a direção dos negócios.</p>
<p><strong>4 – Lugar –</strong> Onde a vaga está localizada fisicamente? O mercado imobiliário na região facilita a realocação para assumir o novo cargo? O novo empregador ajudará com a mudança?</p>
<p><strong>5 – Pagamento –</strong> O retorno da investida é proporcional ao risco que se está tomando ou a contribuição que será feita?</p>
<p>E o leitor? Que critérios utiliza para determinar se deixar a vaga atual para um outro emprego é a coisa certa a se fazer?</p>
<p>Apesar de os conselhos de Banerji terem sido direcionados aos executivos, eles se aplicam a profissionais de todos os níveis. Tente aplicá-los.</p>
<p>Meredith Levinson, CIO/EUA</p>
<p>Publicada em 12 de abril de 2011</p>
</div>
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		<title>Sobre o medo do fracasso</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 15:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Gomes                                                                                                                 Ao começar novos programas, costumo conversar com os alunos para saber sobre suas expectativas. Sempre peço que eles me falem sobre um sonho, um medo e um hobby. Nos últimos anos, com alunos cada vez mais jovens nos cursos de pós-graduação, a resposta mais freqüente para o medo tem sido o medo de fracassar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Gomes                                                                                                                 A<a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/Desanimo.jpg"><img class="alignleft" title="Desanimo" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/Desanimo.jpg" alt="" width="285" height="254" /></a>o começar novos programas, costumo conversar com os alunos para saber sobre suas expectativas. Sempre peço que eles me falem sobre um sonho, um medo e um hobby. Nos últimos anos, com alunos cada vez mais jovens nos cursos de pós-graduação, a resposta mais freqüente para o medo tem sido o medo de fracassar.</p>
<div> </div>
<div>Jovens de 22 a 25 anos, em média, com medo de fracassar profissionalmente me deixam preocupada e me levam a levantar hipóteses dos motivos que teriam para ter esse receio:</div>
<div> </div>
<div>·         não se sentem capazes de enfrentar desafios?</div>
<div>·         o que seria o sucesso? O que os faz acreditar que possa ser algo inatingível?</div>
<div>·         quais as referências de sucesso que os levam a crer em algo tão difícil ou distante de conquistar?</div>
<div>·         o que significa fracassar, exatamente?</div>
<div> </div>
<div>As definições de sucesso e fracasso são extremamente importantes, pois a partir delas é que será possível elaborar as ações necessárias para conseguir um e evitar o outro. Quando o conceito é genérico ou difuso, fica difícil reconhecer se o que se está fazendo leva para um caminho ou outro. Quem tem medo do fracasso parece viver sob ansiedade constante. Em minha opinião, existem três reações possíveis a essa situação:</div>
<div> </div>
<div><span style="color: #ff6600;">1.</span>      <span style="color: #ff6600;"> <strong>O enfrentamento</strong></span> &#8211; o medo serve como mola propulsora para seguir adiante e se superar;</div>
<div><span style="color: #ff6600;">2.      <strong> A fuga</strong> </span>- com a percepção de que não há energia, motivação nem condições suficientes para o enfrentamento, o risco parece maior que a capacidade de lutar. O melhor a fazer é fugir, mudar de rumo, tentar outra coisa;</div>
<div><span style="color: #ff6600;">3.      <strong> A paralisia </strong></span>- quando a percepção de que a ameaça é grande, o medo se torna insuportável e a pessoa é inundada por uma sensação de paralisia. Fica imóvel, refém de seus sentimentos, com a sensação de estar perdida e sem saber o que fazer.</div>
<div> </div>
<div>É preciso avaliar o cenário para ver qual será sua reação.  Há casos em que abandonar é a melhor opção. Porém, o argumento não deve ser o medo e, sim, uma avaliação cuidadosa do contexto e, mais ainda, das reais condições pessoais para o enfrentamento. Com isso, quero dizer que é preciso ter consciência das competências técnicas, comportamentais, físicas e emocionais para lidar com a situação.</div>
<div> </div>
<div>Não há dúvida que, quando se está mobilizado emocionalmente, a avaliação desses fatores torna-se mais complexa e até difícil de fazer sozinho.  Nessas ocasiões, procurar a ajuda de um profissional pode ser muito útil. Muitas vezes, um grande salto de desenvolvimento pessoal e profissional acontece em momentos dessa natureza.</div>
<div> </div>
<div>Não é fácil expor os próprios medos. Afinal, aprendemos que nossas fragilidades devem ser escondidas. Acontece que todos, em maior ou menor grau, têm medo de fracassar, seja em uma entrevista de seleção, no desenvolvimento de uma nova tarefa, na conquista de alguém, em um exame&#8230;  Porém, é preciso analisar as conseqüências desse fracasso &#8211; o quanto isso compromete sua vida e seus projetos. É relevante levar em consideração também se houve investimento suficiente no preparo para encarar tal empreitada. Se não houve, o melhor é se dedicar melhor. Estudar, conversar com pessoas que passaram pela mesma situação e pesquisar a respeito são atitudes que minimizam o medo e aumentam a autoconfiança.</div>
<div><a href="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2011/04/Desanimo.jpg"></a> disponível também em:</div>
<div><a href="http://www.clickcarreira.com.br/Artigo.aspx?id=1408">http://www.clickcarreira.com.br/Artigo.aspx?id=1408</a></div>
<div><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/dicas.htm">http://www.vidaecarreira.com.br/dicas.htm</a></div>
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