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	<title>Vida e Carreira</title>
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	<description>Espaço destinado a discutir idéias e promover reflexões sobre vida profissional, carreira e mercado de trabalho, bem como apresentar resultados, através de depoimentos dos serviços de assessoria em Orientação Profissional e de Carreira.</description>
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		<title>As armadilhas de procurar emprego quando está empregado</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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Ter coragem de mudar, dar novos rumos para a carreira é sempre importante para o profissional, e aquela velha afirmação de que o melhor momento para procurar um novo emprego é quando está empregado continua valendo. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que esse momento de transição aconteça de forma estruturada e sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tipsTextTitle">
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-202" title="87020" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/09/87020-300x219.jpg" alt="87020" width="300" height="219" />Ter coragem de mudar, dar novos rumos para a carreira é sempre importante para o profissional, e aquela velha afirmação de que o melhor momento para procurar um novo emprego é quando está empregado continua valendo. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que esse momento de transição aconteça de forma estruturada e sem impactos negativos.</p>
<p><strong>&#8220;O primeiro ponto, talvez o mais importante, é não descuidar da produtividade na empresa atual. Não é certo voltar todas as atenções para as buscas de um novo emprego e deixar cair a produtividade na função que exerce. É importante ter isso muito claro e saber separar as coisas&#8221;,</strong> aponta <strong>Adriana Gomes</strong>, professora do Núcleo de Estudos de Gestão de Pessoas da ESPM.</p>
<p><strong>Para Adriana</strong>, quando o profissional começa a procurar um novo emprego, geralmente, já está desmotivado com a atividade ou com a empresa, daí a necessidade de um cuidado ainda maior para não deixar a desejar no fechamento deste ciclo na organização. <strong>&#8220;Não pode descuidar do desempenho, para sair da empresa deixando as portas abertas, com bom relacionamento e referências profissionais&#8221;, aconselha.</p>
<p></strong>Outro aspecto importante é levantado por Priscila de Azevedo Costa Martins, coordenadora da Veris Carreiras &#8211; do Grupo Ibmec Educacional &#8211; a divulgação da disponibilidade para o mercado. Ela explica que o networking é, sim, relevante para conseguir novas oportunidades na carreira, no entanto, é preciso cautela e discernimento para saber como utilizá-lo. &#8220;Temos de pensar que numa rede de contatos conhecemos uma pessoa, que conhece alguém, que conhece outro, que pode conhecer nosso chefe. Então, todo cuidado é pouco. Saber como falar e com quem falar deve ser uma preocupação do profissional neste momento de transição&#8221;, diz Priscila.</p>
<p>As entrevistas no horário comercial<br />
As consequências de envio de currículos e exposição para o mercado são entrevistas de emprego. Natural que elas comecem a surgir a partir do momento em que o profissional se apresenta disponível ou interessado em novas oportunidades. Mais um aspecto delicado. Sair no meio do expediente para fazer entrevistas não é uma boa opção. Inventar mentiras, consultas médicas ou coisas do tipo, também não é aconselhável.</p>
<p>&#8220;Tente negociar para o horário de almoço, antes ou após o expediente. Normalmente as consultorias já estão acostumadas com essa negociação, elas sabem que a pessoa está trabalhando e não pode sair no meio do horário de trabalho&#8221;, alerta Priscila. &#8220;Isso acaba sendo bem visto, porque transparece que é um profissional que se compromete com a empresa e que não vai sair e deixar ninguém na mão&#8221;, completa.</p>
<p><strong>Segundo Adriana</strong>, essa possibilidade de negociação sempre existe, basta que o candidato se posicione e deixe claro o compromisso que ainda tem de cumprir com empresa atual.<strong> &#8220;O profissional tem de mostrar para a organização que está interessada nele que vai agir com profissionalismo até o último minuto. Que da mesma forma que não faria isso na empresa em que vir a trabalhar, não fará na atual&#8221;</strong>. A professora afirma que os entrevistadores costumam valorizar atitudes como essa.</p>
<p>Não faça leilão<br />
Decidiu que quer um novo emprego? Ótimo, mas não faça da sua carreira ou de seu passe um leilão. &#8220;Ser convidado para uma entrevista e chegar no gestor ameaçando, definitivamente, não é a escolha certa: fui convidado para fazer uma entrevista e a vaga paga mais, você quer fazer uma contraproposta para eu ficar?&#8221;, exemplifica Priscila. Situações assim acontecem mais do que imaginamos.</p>
<p>Esse leilão pode custar muito caro para o profissional. &#8220;Caso esteja avaliando outra proposta, a pessoa tem de ser ética, e mais, ela pode muito bem receber um convite para fazer uma entrevista e não ser escolhida para a vaga, aí mais um motivo para não entrar num jogo com a empresa atual&#8221;, <strong>garante Adriana.<br />
</strong></p>
<p>Veja mais dicas das especialistas:</p></div>
<ul>
<li>Cuidado com quem comenta sobre o seu interesse em mudar de emprego e saiba a melhor forma de falar isso. Evite falar com colaboradores da mesma empresa.</li>
<li>Nunca use e-mail ou telefones corporativos nos dados para contato dispostos no currículo. Use informações pessoais.</li>
<li>Sempre tente negociar o horário das entrevistas e evite ao máximo sair no meio do expediente para tratar desses assuntos.</li>
<li>Não deixe a sua produtividade cair, mantenha uma imagem positiva na empresa.</li>
<li>Cumpra as suas responsabilidades até o último dia na empresa, seja ético e profissional.</li>
<li>Nunca fale mal da empresa ou gestor atual.</li>
</ul>
<p><strong>por Viviane Macedo _ UOL  Em São Paulo     </strong><span>25/08/2010 &#8211; 16h02</span></p>
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		<title>O outro lado: cinco pecados dos entrevistadores</title>
		<link>http://avitech.com.br/vidaecarreira/2010/08/25/o-outro-lado-cinco-pecados-dos-entrevistadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 15:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://avitech.com.br/vidaecarreira/?p=194</guid>
		<description><![CDATA[*Adriana Gomes 
Sempre há expectativas de que os profissionais de cada área sejam bons naquilo a que se propõem fazer. Há mais de 20 anos trabalhando na área de RH, entretanto, sempre ouço queixas sobre a atitude de entrevistadores. As queixas e comentários de frustrações com entrevistas de trabalho são constantes e vão das consultorias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>*Adriana Gomes <img class="size-full wp-image-195 alignright" title="entrevista trabalho" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/08/entrevista-trabalho.jpg" alt="entrevista trabalho" width="170" height="113" /></strong></p>
<p>Sempre há expectativas de que os profissionais de cada área sejam bons naquilo a que se propõem fazer. Há mais de 20 anos trabalhando na área de RH, entretanto, sempre ouço queixas sobre a atitude de entrevistadores. As queixas e comentários de frustrações com entrevistas de trabalho são constantes e vão das consultorias especializadas aos departamentos de recrutamento e seleção das empresas, desde os níveis iniciantes até os altos executivos envolvidos no processo.</p>
<p>Entrevistar é, sem dúvida, uma competência pouco desenvolvida pelas organizações. Não há muito investimento para o desenvolvimento dessa ferramenta de trabalho, pois se imagina que seja uma conversa e que com algumas perguntas já seja possível identificar as principais características de uma determinada pessoa. Engano!</p>
<p>Entrevistar requer prática, treinamento da escuta, atenção aos detalhes, observação atenta, concentração e preparo. Uma entrevista bem feita pode economizar tempo no final do processo, mas ela não é rápida. Claro que entendo a pressão pelas demandas, porém, é importante não negligenciar a parte mais nobre do processo. O contato pessoal traz ao entrevistador dezenas de informações que certamente contribuirão para a confirmação, ou não, do que foi obtido pelo currículo e testes pré-entrevista. Assim, o entrevistador não pode se esquecer da responsabilidade que está em suas mãos.</p>
<p>Selecionar profissionais adequados para as vagas é estratégico. Custa caro para as empresas contratar o profissional errado. Causa frustração para o contratante e para o contratado. Ingressar em uma empresa por erro na seleção representa prejuízos financeiros, perda de tempo inestimável para o profissional e para a empresa. Ao contrário, processos bem conduzidos, com entrevistas bem realizadas, quando o contratante e, consequentemente, o entrevistador têm clareza das competências desejadas para o bom desempenho da função, visão e conhecimento do negócio e da área, favorecem os melhores resultados.</p>
<p>Listei alguns que considero os principais pecados dos entrevistadores:</p>
<p><strong>1. Não compreender o perfil da vaga:</strong> erro comum. O entrevistador é a ponta do processo, precisa ser proativo e questionar o solicitante sobre as expectativas do cargo e da pessoa. Geralmente a solicitação tende a ser breve, quando não é feita eletronicamente. Quando há uma reunião para isso, costuma ser travada em nível subjetivo e o entrevistador tende a &#8220;achar&#8221; que está entendendo o que está sendo solicitado. Aí começam os ruídos de comunicação.</p>
<p><strong>2. Não se preparar para a entrevista:</strong> imprescindível ler o currículo do candidato atentamente. Parece óbvio, mas nem sempre é isso o que acontece. Muitos contam com a capacidade de improvisação e com a previsível pergunta: &#8220;me fale sobre sua experiência profissional&#8221;. Porém o candidato percebe quando seu currículo foi lido pela qualidade das perguntas e muitas vezes pelas expressões do entrevistador de surpresa ou frustração, por exemplo, ao mencionar uma informação que já consta no currículo.</p>
<p><strong>3. Arrogância:</strong> Muitos entrevistadores se acham donos e senhores das vagas; assim, todo aquele que se apresenta para essa &#8220;autoridade&#8221; deve submeter-se aos seus desejos. Horas de espera, mudanças de datas de última hora sem justificativa plausível, olhar de superioridade, pouca ou nenhuma empatia e criação de clima de terror na entrevista. Esse tipo de atitude desperta no entrevistado reação de defesa e pouca ou nenhuma atitude contributiva, mesmo que ele precise e deseje aquela posição. Com esse comportamento, consciente ou não por parte do entrevistador, ele corre o severo risco de não obter o melhor dos candidatos em processo de entrevista.</p>
<p><strong>4. Perguntas pouco estruturadas ou indutivas:</strong> Apesar do modelo de seleção por competências ser uma forte tendência, ainda há muitos profissionais da área que não se utilizam desse modelo &#8212; que se baseia em obter informações das experiências passadas dos candidatos. Fazer perguntas indutivas do tipo: &#8220;Você acredita que trabalhar sobre pressão, atualmente, seja importante?&#8221; pode enviesar a qualidade da resposta. Algumas perguntas hipotéticas também são questionáveis do tipo &#8220;o que faria se encontrasse uma caixa no seu caminho?&#8221; não é lenda. Essa pergunta aconteceu. Qual o objetivo da pergunta? O que você quer efetivamente saber? É importante para avaliar o candidato? Uma boa entrevista é resultado de ótimas perguntas.</p>
<p><strong>5. Evite preconceitos:</strong> Mais do que qualquer outro profissional, o selecionador deve evitar a todo custo os rótulos e prejulgamentos. Há profissionais que se formaram em áreas diferentes daquelas tradicionais requisitadas pelo solicitante e que são ótimos profissionais, que desejam fortemente mudar de área e o profissional da área de seleção deve ser aquele que consegue perceber além do óbvio, além das aparências, e isso só será possível quando se libertar dos crivos e do convencional. Uma das características mais desejáveis nas organizações de ponta é ter em seu time pessoas multifacetadas, com interesses diversos e com grande capacidade de adaptação e flexibilidade. Se quem seleciona pensa dentro da caixa, como identificar esses profissionais?</p>
<p><strong>*Adriana Gomes é coordenadora acadêmica de Pessoas da pós-graduação da ESPM, coordenadora do ESPM Carreiras e diretora do site <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/" target="_blank">http://www.vidaecarreira.com.br</a>, psicóloga, mestra em Psicologia, consultora sênior de RH, orientadora de carreira, além de palestrante autora do livro &#8220;Mudança de carreira e transformação da identidade&#8221;, editora LCTE.</strong></p>
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		<title>Dez tendências que revolucionarão os modelos de trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo interessante sugestivo. Mais mudanças no mundo do trabalho, algumas delas já em prática. O cuidado fica, em minha opinião está no item 10 da lista Caem barreiras entre vida profissional e pessoal. Não é uma questão nova, mas saber administrar essa situação será fundamental para a saúde, física e mental.  
Boa leitura,
Um abraço,
Adriana Gomes
 
 A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;"><em>Artigo interessante sugestivo. Mais mudanças no mundo do trabalho, algumas delas já em prática. O cuidado fica, em minha opinião está no item 10 da lista <strong>Caem barreiras entre vida profissional e pessoal.</strong> Não é uma questão nova, mas saber administrar essa situação será fundamental para a saúde, física e mental.  </em></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><em>Boa leitura,</em></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><em>Um abraço,</em></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><em>Adriana Gomes<img class="alignleft size-medium wp-image-191" title="87020" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/08/87020-300x219.jpg" alt="87020" width="300" height="219" /></em></span></p>
<p> </p>
<p> A consultoria Gartner elabora lista com as questões que mudarão a forma como as empresas atuam e que devem impactar diretamente a TI</p>
<p>O mundo do trabalho já sofreu alterações profundas nos últimos 20 anos, graças às tecnologias e à evolução das práticas de gestão. E, de acordo com a consultoria Gartner, mudanças ainda maioires estão por vir nos próximos dez anos, quando questões como a falta de rotina e a hiperconectividade afetarão diretamente o mercado e as empresas. Para a Gartner, um dos principais pontos de mudança será o fato de que as organizações terão menos rotinas. Até 2015, a consultoria projeta que 40% ou mais das corporações trabalharão dessa forma, contra menos de 25% neste ano.</p>
<p>Além disso, as pessoas dependerão cada vez mais do trabalho em equipe, o que exigirá tecnologias que garantam a comunicação e a interação entre as pessoas. Para ajudar as companhias a prever cenários futuros e se preparar para novos ambientes de trabalho, a Gartner listou as dez grandes mudanças para os próximos anos, que impactarão diretamente na TI.</p>
<p> 1 – <strong>Valorização do trabalho que depende da interação humana</strong> O principal valor das pessoas estará na capacidade de realizar processos que fujam da rotina. As contribuições humanas que resultem em descobertas e inovações estão incluídas nessa categoria. O foco do uso da tecnologia, nesse caso, deve ser muito bem direcionado para estimular uma integração e interação entre os profissionais para estimular ideias e discussões.</p>
<p><strong>2 – Grupos de trabalho</strong> A Gartner prevê também uma disseminação dos trabalhos em grupo para atacar, de forma rápida, problemas específicos e difícil solução. Segundo a consultoria, esse formato de trabalho será muito mais valorizado e premiado que as ações individuais. Além disso, tende a mudar o atual forma do trabalho em equipe, já que dependerá de pessoas de diversas áreas da organização.</p>
<p><strong> 3 – Relacionamento em cadeia</strong> Com a adesão aos modelos de trabalho em grupo, os profissionais têm de lidar melhor com as relações em cadeia. Assim, as pessoas precisam explorar o networking (rede de contatos) para buscar os indivíduos mais adequados para resolver problemas e buscar alternativas. Essa postura é crucial para o sucesso das iniciativas em grupo e para o consequente resultado para os negócios.</p>
<p><strong>4 – Equipes externas</strong> A organização não tem controle sobre alguns grupos informais externos de pessoas que podem ter impacto direto no sucesso ou no fracasso da empresa. Esses grupos estão ligados por interesses comuns, incidentes específicos, entre outras razões. Os executivos mais habilidosos sabem conviver com um ecossistema de negócios fora do controle da companhia, com seu poder de influência. Esse poder depende do entendimento sobre o potencial coletivo e da identificação das pessoas-chave nos grupos informais, já que é fundamental reunir inteligência de marketing por meio desses grupos. Igualmente importante é descobrir como usar os grupos para definir segmentos de mercado, produtos e diversas estratégias de negócios.</p>
<p><strong> 5 – Processos informais</strong> As empresas precisam detectar todo tipo de processo que foge da rotina, mas que contribui para a tomada de decisões. Segundo a Gartner, essas ações informais tendem a ganhar cada vez mais força no longo prazo. E a única forma das organizações se prepararem para isso é criar rascunhos com os principais modelos de processos.</p>
<p><strong>6 – Trabalho espontâneo</strong> Outro conceito incluído na descrição do novo ambiente das empresas é o trabalho espontâneo, o qual não depende de processos ou de funções específicas. A consultoria prevê que boa parte dos projetos tende a nascer a partir desse tipo de iniciativa não programada.</p>
<p><strong>7 – Simulação e experimentação</strong> A imersão em ambientes simulados, similares aos que puderam ser visto no filme Minority Report, substituirá a extensa análise de células em planilhas. O ambiente simulado será construído a partir de tecnologias que consigam identificar como reunir elementos baseados na forma como as pessoas interagem com o conteúdo. As pessoas, por sua vez, têm a possibilidade de manipular uma série de parâmetros para reformular o mundo virtual.</p>
<p><strong> 8 – Sensibilidade a novos padrões</strong> O mundo dos negócios está ficando mais volátil e já não admite uma postura linear, na qual as experiências passadas baseiam modelos futuros. A tendência é de um mercado cada vez menos previsível, razão pela qual algumas organizações já criam grupos especificamente para detectar padrões emergentes, avaliar essas tendências e desenvolver cenários sobre a influência das grandes mudanças e como explorá-las.</p>
<p><strong> 9 – Hiperconectividade</strong> O caráter hiperconectado já está presente na maioria das organizações, que abrangem redes em cima de redes, sobre as quais é difícil manter controle. Com esse cenário, haverá cada vez mais misturas entre relações formais e informais nas relações corporativas, impactando an forma como as pessoas trabalham e na função do departamento de TI, que deve estar preparado para apoiar e aumentar as conexões.</p>
<p> <strong>10 – Caem barreiras entre vida profissional e pessoal</strong> O local de trabalho é cada vez mais virtual e os encontros de negócios acontecem entre pessoas que mal se conhecem. Mas o funcionário ainda terá seu local físico de trabalho, mesmo que seja em casa. Com isso, a tendência de muitos é que as linhas que separam vida pessoal, profissional, social e familiar desapareçam. Cada indivíduo precisa gerenciar a complexidade criada por demandas que se sobrepõem. Quem não souber administrar essa situação pode ter o desempenho comprometido, pois acabará se deparando com o excesso de informação.</p>
<p>Redação da Computerworld Publicada em 05 de agosto de 2010 às 08h15</p>
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		<title>Negociação:10 Dicas para o Sucesso!</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 15:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[NEGOCIAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, continua sendo atual. Negociamos o tempo inteiro, no trabalho, com amigos, superiores, com marido, namorado, filho, pais, conosco e creio que essa última categoaria de negociação seja a mais complicada. Por isso segue mais um belo artigo nessa área. Boa leitura e boas negoaciações daqui para frente!
Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #888888;"><strong>Apesar do artigo ter sido escrito em 1997, continua sendo atual. Negociamos o tempo inteiro, no trabalho, com amigos, superiores, com marido, namorado, filho, pais, conosco e creio que essa última categoaria de negociação seja a mais complicada. Por isso segue mais um belo artigo nessa área. Boa leitura e boas negoaciações daqui para frente!</strong></span></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #888888;"><strong>Um abraço,</strong></span></em></p>
<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #888888;"><strong>Adriana Gomes</strong></span></em></p>
<p align="center"><img class="alignleft" title="BIC028" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/08/MPj040050500001-300x239.jpg" alt="BIC028" width="300" height="239" />Por Fernando Silveira</p>
<p align="justify">
O mundo das negociações é essencialmente mutante. Paradigmas de hoje podem não mais ser válidos amanhã. Além do seu próprio potencial negociador você deve estar sempre em constante desenvolvimento buscando antecipar-se às mudanças, administrando-as convenientemente.</p>
<p>O fato é que todos querem negociar bem e obter um resultado amplamente satisfatório.</p>
<p>Se você planeja convenientemente o processo, se identifica alternativas e vai preparado para o evento tenho aqui um roteiro para ajudá-lo a alcançar seus objetivos com mais eficácia. São 10 dicas:</p>
<p>1- Seja um bom ouvinte<br />
2- Desenvolva o espírito negocial<br />
3- Planeje<br />
4- Mire alto<br />
5- Seja paciente<br />
6- Vise a satisfação<br />
7- Tenha cuidado com a primeira oferta<br />
8- Seja ético<br />
9- Troque as concessões<br />
10- Seja empático</p>
<p>1) Seja um bom ouvinte.<br />
Na medida em que você ouve atentamente e sem interrupções habilita-se para decodificar a mensagem do outro lado e obter informações que poderão ser úteis ao processo.</p>
<p>Muitas negociações tem o elemento tempo sob forte pressão: &#8211; é um contrato que precisa ser logo fechado ou outros fatores indutores de pressa &#8211; e com isto deixa-se de ouvir convenientemente o outro negociador. Uma regra que pode ajudá-lo a ser um ouvinte cada vez melhor é a dos 70/30, ou seja: planeje-se para ouvir 70% do tempo e falar 30%.</p>
<p>2) Desenvolva um espírito negocial.<br />
Muitos negociadores de sucesso tem consciência de que é possível tudo ser negociável desde que estejam em um ambiente declaradamente de negociação. A assertividade deve substituir a agressividade no processo para que se possa alcançar o objetivo planejado. Tenha em mente que por mais difícil pareça um acordo sempre haverá a possibilidade de alternativas.</p>
<p>Todo processo de negociação comporta uma zona de possível acordo, ZPA, que você deve identificar desde a fase de planejamento a fim de explorá-la convenientemente na fase de debates e argumentação. Por isto você deve procurar estabelecer suas alternativas antes de deflagrado o processo e estar pronto para flexibilizá-las se necessário.</p>
<p>3) Planeje<br />
Ao participar de um evento negocial tenha um segmento do seu tempo para estudar e dominar todas as variáveis a interferir no mesmo. Muitas vezes será necessário pré-negociar internamente recursos, prazos, especificações, metas, condições de pagamento , etc. Portanto venha para a reunião de negociação com todo o dever de casa diligentemente realizado. Isto lhe dará muita segurança no processo.</p>
<p>4) Mire alto<br />
Desde que buscados com legitimidade seus objetivos deverão ser sempre na faixa máxima . Lutando por mais mais você poderá obter mais em uma negociação. Por exemplo: se você pode vender por 1000 e o mercado paga 1200 esta será sua faixa inicial! Na outra ponta, se você pode pagar à vista mas for interessante fazê-lo em 60 dias busque inicialmente esta alternativa!</p>
<p>5) Seja paciente<br />
Um dos pecados capitais do negociador brasileiro é a impaciência muitas vezes causada por metas irrealistas ou necessidade de logo fechar o acordo. Você até fecha com um resultado, digamos, razoável mas poderia torná-lo ótimo não fosse a impaciência que na realidade atropela o processo e elimina possibilidades de mais ganho. Estando com um bom planejamento você torna o processo mais produtivo e não necessita ser refém da impaciência. Ás vezes uma reunião de negociação que se estendeu por uma ou duas horas além do previsto pode trazer excelente compensação.</p>
<p>6) Vise a satisfação<br />
Negociação é uma estrada de mão dupla. Tanto você quanto o outro negociador deverão estar legitimamente comprometidos na busca de um resultado altamente satisfatório. Mas&#8230; não terá sido negociação de fato se somente um lado alcançar seus objetivos e o outro ficar com a sensação de perda ou frustração.</p>
<p>Por isto vise a satisfação do processo como um todo e lute para obter o máximo possível. O outro lado certamente fará o mesmo e aí teremos um resultado otimizado para ambos os lados.</p>
<p>7) Cuidado com a primeira oferta<br />
Se você planejou bem, se identificou claramente a zona de possível acordo e suas alternativas, é paciente e ouve bem durante o processo o seu grau de auto-confiança será elevado e a primeira oferta do outro lado será apenas um balizador para sua argumentação buscando obter concessões .</p>
<p> <img src='http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Seja ético<br />
Vivemos um ambiente em que a todo momento surgem arranhões à ética: na política, na justiça e nos negócios.</p>
<p>A realidade mostra que agir eticamente nas negociações traz inúmeras vantagens. A maior delas tem a ver com você, que agindo com correção e exigindo respeito torna-se conhecido como um negociador confiável com o qual pode-se travar os mais duros embates na certeza de lisura e resultados concretos.</p>
<p>9) Troque as concessões<br />
Lembre-se que negociar é sobretudo trocar concessões de um lado para o outro em busca da conclusão de um acordo. Tenha suas concessões estudadas na fase de planejamento e procure incluí-las no rol de suas alternativas para fechamento do negócio.</p>
<p>Concessões são sempre trocadas: jamais ceda alguma se não for a troco de outra mesmo que naquele momento aquela concessão não seja tão determinante. É importante você fazer com que o outro lado lute por qualquer troca de concessões criando equilíbrio no processo.</p>
<p>10) Seja empático<br />
Tenha em mente que o processo de negociação é um evento fortemente alicerçado na dimensão humana: são pessoas que o fazem evoluir para um acordo. Pessoas como você, que possuem crescentes aspirações pessoais e profissionais, que carregam uma série de influências e desejam obter o melhor resultado possível.</p>
<p>Procure ver o outro lado como um parceiro e seja compreensivo quanto a possíveis dificuldades pessoais. Dando este toque humano ao processo você estará fazendo algo mais por uma conclusão satisfatória!</p>
<p><em>Fernando Silveira, Administrador e Advogado, é especialista em Negociação atuando desde 1982 em todo o país e pode ser acessado pelo endereço </em><em>fsilveira10@msn.com</em><em> _ </em>30/09/2007</p>
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		<title>10 dicas para uma negociação salarial de sucesso</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 13:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indefinida]]></category>
		<category><![CDATA[NEGOCIAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Negociação é um tema apaixonante, pois trata da arte de persuadir. Infelizmente não é uma matéria da grade escolar, mas em minha opinião deveria estar no currículo desde o ensino médio. 
Quando a questão é salário, então, as dúvidas se agigantam e sem o devido preparo a situação pode ficar embaçada. Assim essa matéria é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Negociação é um tema apaixonante, pois trata da arte de persuadir. Infelizmente não é uma matéria da grade escolar, mas em minha opinião deveria estar no currículo desde o ensino médio. </em></p>
<p><em>Quando a questão é salário, então, as dúvidas se agigantam e sem o devido preparo a situação pode ficar embaçada. Assim essa matéria é bem oportuna quando se trata de Gerenciamento de Carreira.</em></p>
<p><em>As dicas são bem oportunas. </em></p>
<p><em>Um abraço, boa leitura.</em></p>
<p><em>Adriana</em></p>
<p> </p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-179" title="87154" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/08/87154-235x300.jpg" alt="87154" width="235" height="300" />Normalmente, a discussão sobre salário começa bem antes de você ser chamado para a vaga. Tudo começa na primeira conversa que você tem com o selecionador, que na maior parte dos casos é feita por telefone. É nesta &#8220;pré-entrevista&#8221; que o profissional de RH vai querer saber, entre outras coisas, quanto você quer ganhar e quanto ganhou &#8211; ou está ganhando &#8211; no último ou atual emprego. Se o seu perfil e sua pretensão salarial estiverem de acordo com a vaga pretendida, o selecionador vai marcar a primeira entrevista pessoal com você &#8211; onde a questão salarial será tratada novamente.</p>
<p>Para o diretor de RH da Microsiga, Flávio Balestrin, muitos candidatos ainda enfrentam relutância em falar da importância que o salário tem nas suas vidas. &#8220;Se eu faço a seguinte pergunta &#8211; Qual é a importância do dinheiro na sua vida? &#8211; muitas pessoas tremem de medo e não sabem o que dizer. É preciso ser sincero e não ter vergonha de dizer o quanto a questão salarial é importante, mas salientar também outras coisas, como a oportunidade de estar trabalhando naquela empresa, a ascensão profissional que terá nesta nova posição, entre outros aspectos&#8221;. Da mesma forma, quando o selecionador perguntar sobre o seu último ou atual salário e quanto pretende ganhar, a dica de Flávio é: não minta. &#8220;O bom entrevistador consegue identificar qual a sua remuneração real, seja pelo perfil da vaga ou pela desenvoltura com que o candidato coloca as informações&#8221;.</p>
<p>Na entrevista de emprego, discutir sobre o salário costuma ser o momento mais desconfortável. Antes de argumentar, é preciso lembrar que ambos os lados estão cumprindo seus papéis, então não encare este processo como uma luta entre antagonistas. Aliás, seu objetivo é mudar de lado na mesa, quebrando as barreiras e trabalhando em equipe. Assim, o processo de comunicação se abre.</p>
<p>Para isso, mostre o quanto você está feliz com a oportunidade e questione sobre todas as ramificações da oferta. Além de desarmar o nervosismo, suas perguntas podem ser valorizadas. Lembre-se que a negociação de salário tem uma posição importante no desenvolvimento das relações com o novo emprego. Afinal, este pode ser seu último teste. Confira 10 dicas de como tratar o tema e conseguir o que você quer:</p>
<p><strong>1. Esteja preparado </strong><br />
Faça uma pesquisa de mercado e, levando em conta suas necessidades, estabeleça um nível razoável para salário e benefícios adicionais &#8211; como bônus, ações e férias. Certifique-se que este &#8220;pacote&#8221; atende às suas expectativas, para não ter problemas futuros. Tenha justificativas na ponta da língua para defender sua proposta, como experiência e competência.</p>
<p><strong>2. Seja firme</strong><br />
A maioria dos negociadores procura escapar com reações hostis. Evite esta cilada fazendo uma oferta razoável e apropriada e permaneça nesta posição até a outra parte oferecer uma boa razão para você mudar.</p>
<p><strong>3. Seja prudente </strong><br />
Mantenha sua proposta em mente. O objetivo é atingir um acordo que satisfaça a ambas as partes. Se a discussão está longe de um acordo, pense em outra proposta. Use sua energia para criar soluções, não para armar uma batalha.</p>
<p><strong>4. Controle a ansiedade </strong><br />
Deixe a negociação para o fim da entrevista. Deixe a conversa rolar, conquiste o empregador e então fale sobre valores.</p>
<p><strong>5. Primeiro, a empresa </strong><br />
Quando o empregador faz a proposta antes, você tem a oportunidade de revisar sua própria proposta. Compare o valor posto na mesa com a faixa salarial do mercado para chegar a uma conclusão satisfatória.</p>
<p><strong>6. &#8220;Quanto você tem em mente?&#8221; </strong><br />
Para responder a pergunta, dê uma resposta mais ampla, sem citar valores específicos. Você pode dizer &#8220;Em procuro algo em torno de X reais&#8221;. Deixe claro que você está familiarizado com a média do mercado.</p>
<p><strong>7. Comece com o tom certo </strong><br />
Deixe a pessoa saber que você vai ouvir e procurar entender o ponto de vista da empresa. Ao mesmo tempo, mostre que você espera o mesmo. Assim, vocês trabalham em conjunto para chegar a um consenso. Evite ultimatos, ameaças e outros comportamentos rígidos.</p>
<p><strong>8. Tenha uma carta na manga </strong><br />
Crie possíveis soluções para um impasse e coloque-as na mesa. Juntos, sem compromisso formal, empresa e candidato podem decidir qual é a mais vantajosa para ambos.</p>
<p><strong>9. Deixe claro seus interesses </strong><br />
A negociação deve satisfazer uma lista de necessidades, não apenas a salarial. Outros tipos de compensação podem ser válidos &#8211; como divisão de lucros, ações, bônus, mais responsabilidade, uma agenda de promoções, férias maiores ou horários flexíveis.</p>
<p><strong>10. Foque em um critério </strong><br />
É muito mais fácil persuadir alguém quando a proposta é fundamentada em um critério objetivo, como pagamento por experiência, competência ou tempo de casa. Procure saber em qual linha você se encaixa na empresa.</p>
<p>Após a negociação, reflita sobre os pontos que você acertou e os que errou. Com esta auto-análise, o processo será mais tranqüilo da próxima vez.</p>
<p><a href="http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/ge/entrevista/pratica/141003-negociacao_salario.shtm"><em>http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/ge/entrevista/pratica/141003-negociacao_salario.shtm</em></a></p>
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		<title>Entrevista comO matemático Marshall Goldsmith, que há 30 anos treina executivos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 16:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[VOCE S/A &#8211; O Seu portal de gestao de carreira.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vocesa.abril.com.br">VOCE S/A &#8211; O Seu portal de gestao de carreira</a>.</p>
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		<title>Conheça algumas armadilhas em anúncios de vagas</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 14:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em época  mercado aquecido ou não, a busca por uma colocação é sempre um desafio.  Há algumas armadilhas que pegam desavisados aqueles mais ansiosos ou desinformados. O artigo abaixo oferece algumas dicas para evitar ciladas na hora de buscar um lugar ao sol no mercado de trabalho.
Um abraço,
Adriana Gomes
 
Por: Flávia Furlan Nunes
SÃO PAULO &#8211; Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em época  mercado aquecido ou não, a busca por uma colocação é sempre um desafio. <img class="alignleft size-medium wp-image-173" title="87178" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/08/87178-299x198.jpg" alt="87178" width="299" height="198" /> Há algumas armadilhas que pegam desavisados aqueles mais ansiosos ou desinformados. O artigo abaixo oferece algumas dicas para evitar ciladas na hora de buscar um lugar ao sol no mercado de trabalho.</em></p>
<p><em>Um abraço,</em></p>
<p><em>Adriana Gomes</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Por: Flávia Furlan Nunes</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Quem procura emprego em jornais deve tomar cuidado. Mesmo no desespero para conseguir uma vaga, é preciso ter consciência de que existem pessoas que aplicam fraudes por meio de anúncios, apesar de todo o controle de jornais para que isso não aconteça. Para evitar golpes, o candidato deve identificar qual a empresa que está anunciando. Procure o número de telefone e, se tiver tempo, vá até o local para verificar se a empresa está mesmo à procura de profissionais. Afinal, o currículo a ser enviado contém dados pessoais, que podem cair na mão de pessoas de má fé. Consultorias Em alguns casos, são consultorias que prometem milagres nos anúncios, mas que não mostram os valores de seus serviços.<strong><em> &#8220;Fique esperto com o discurso de que a empresa vai fazer com que você consiga o emprego dos sonhos. Essas empresas até cobram para fazer testes&#8221;,</em></strong> disse a consultora de planejamento de carreira da Manager, Carina Daniel. Anúncios fechados De acordo com a gerente de desenvolvimento da Caliper, Alessandra dos Santos Moura, as companhias costumam fazer anúncios fechados &#8211; nos quais não revelam os nomes -, por ser estratégico ou por ser uma substituição. &#8220;Nesse caso, não saber qual a empresa é pior porque o profissional não vai poder se preparar muito bem para a entrevista. Uma das dicas para se dar bem em seleções é conhecer e estudar a empresa&#8221;, afirmou. Ainda no caso da empresa com anúncio fechado, o profissional pode cair em uma cilada. &#8220;A pessoa vê que o perfil e a capacitação desejada são os mesmos que possui e pode estar mandando currículo para a própria empresa&#8221;, disse a consultora da Manager.</p>
<p> </p>
<p>01/10/07 &#8211; 08h46 InfoMoney</p>
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		<title>A importância de manter o networking ativo</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 15:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ Nunca as redes de relacionamento foram tão movimentadas, acessadas, comentadas e até estudadas, porém, ninguém ensina como desenvolver e cuidar das redes de contato. Isso costuma ser feito intuitivamente. Ouve-se apenas o conselho, &#8220;desenvolva e ou cuida de sua rede de contatos&#8221;, porém, como fazr isso, adequadamente. A matéria a seguir, ajuda a levar luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> Nunca as redes de relacionamento foram tão movimentadas, acessadas, comentadas e até estudadas, porém, ninguém ensina como desenvolver e cuidar das redes de contato. Isso costuma ser feito intuitivamente. Ouve-se apenas o conselho, &#8220;desenvolva e ou cuida de sua rede de contatos&#8221;, porém, como fazr isso, adequadamente. A matéria a seguir, ajuda a levar luz sobre o tema. Meu posicionamento, equanto consultora de carreira está alinhado com o texto de Clarice Pereira*.  Um abraço,</em></p>
<p><em>Adriana Gomes<img class="alignleft size-full wp-image-168" title="995748___network__" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/07/995748___network__.jpg" alt="995748___network__" width="180" height="107" /></em></p>
<p> Quem pensa que contatar várias pessoas em redes sociais ou distribuir uma coleção de cartões corporativos são garantias para manter ativo seu networking, está enganado! Qualidade no relacionamento é melhor que quantidade no momento de montar sua rede de contatos.</p>
<p>Na atualidade, com mercado altamente competitivo, manter uma rede de relacionamento pode fazer a diferença no momento de procurar um emprego ou realizar novos negócios. Mas de nada adianta distribuir cartões de apresentação, ter muitos contatos virtuais, se você não mantém o vínculo com seu networking. “O principal objetivo de se relacionar com outras pessoas é a troca de conhecimento, informações e cooperação”, justifica a jornalista e especialista em marketing Clarice Pereira, da Link Portal da Comunicação. Para a profissional não é de bom grado procurar as pessoas apenas quando precisa de um favor. “Ao invés de passar uma imagem positiva, a atitude pode causar uma impressão contrária”, avalia. “Ganhar a confiança do outro leva tempo e investimento pessoal”, acredita. Por isso fica difícil cultivar um relacionamento verdadeiro com centenas e milhares de pessoas simultaneamente. Nesses casos, as relações serão superficiais e no momento necessário, esses contatos não se motivarão por sua causa.</p>
<p>A internet pode ser um meio de contato com novas pessoas, as redes sociais provam isso. Porém, se achar que adicionar simplesmente contatos sem nenhum critério aumenta seu poder de relacionar-se no mundo analógico, você pode sofrer alguma decepção. Fazer networking é mais que isso. Redes como Linkedin e Facebook podem ser úteis quando são bem utilizadas. Elas ajudam encontrar pessoas que tenham interesses parecidos e isto pode contribuir na troca de experiências.</p>
<p>A Web pulverizou o networking. Saber como utilizá-la a seu favor é fundamental para aprofundar, difundir, trocar conhecimentos e saber o que acontece na sua área. Mas, o contato on-line, com sua facilidade de uso, rapidez e instantaneidade, não pode substituir o convívio presencial.</p>
<p>Reuniões, palestras, cursos, eventos, conferências, atividades de lazer, entre outras formas de aproximação, continuam os melhores caminhos para se construir relacionamentos duradouros. “Mesmo com as vantagens que a internet nos trouxe, o contato pessoal é imprescindível&#8221;, afirma Clarice. “Devemos nos lembrar que as decisões são tomadas fora do ambiente virtual”, completa.</p>
<p>O networking é uma ferramenta, que se bem utilizada, pode trazer vários ganhos: oportunidade de trabalho, informações relevantes, divulgação do seu trabalho, ganhar novos clientes, enriquecimento pessoal, além de proporcionar novas oportunidades, seja nos negócios ou na vida pessoal.</p>
<p>Algumas dicas são essenciais para não cometer erros no momento de fazer seu marketing pessoal:</p>
<p> • Planejar é fundamental;</p>
<p>• Defina uma área que lhe interesse;</p>
<p>• Monte uma lista das pessoas relacionadas ao assunto;</p>
<p>• Saiba quais os eventos que acontecem sobre o tema, e se possível, esteja presente;</p>
<p>• Faça o contato personalizado com cada um das pessoas;</p>
<p>• Estude o assunto para não cometer gafes;</p>
<p>• Tenha à mão seus cartões pessoais;</p>
<p>• Introduza conversas, troque ideias;</p>
<p>• Quando abordar uma determinada matéria, seja claro e natural;</p>
<p>• No caso de precisar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções.</p>
<p>• Marque presença junto à sua rede de relacionamentos;</p>
<p>• Esteja aberto para novos contatos;</p>
<p>• Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo, lembre-se que a relação é de troca.</p>
<p>• Não fale mal dos outros;</p>
<p>• Mantenha atualizada sua rede de relacionamentos.</p>
<p> *Clarice Pereira é jornalista, formada pela USP &#8211; universidade de São Paulo e especialista em marketing, pela ESPM &#8211; Escola Superior de Propaganda e Marketing. Atualmente comanda a Link Portal da Comunicação, assessoria de comunicação integrada, fundada há mais de dez anos. E-mail: linkcomunicacao@linkportal.com.br</p>
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		<title>Tempo de Escolher</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 15:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indefinida]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Neste artigo, Tom Coelho trata a questão das escolhas sob uma perspectiva bem interessante. Todos nós fazemos escolhas diáriamente, algumas com maior impacto em nossas vidas outras triviais. O que escolher e como fazemos nossas escolhas? Quais os critérios, crenças e valores por trás daquilo que efetivamente fazemos. Eis a questão
* por Tom Coelho
Muitos amigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>N<span style="color: #333399;">e<img class="alignleft size-medium wp-image-164" title="87126" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/07/87126-218x300.jpg" alt="87126" width="218" height="300" />ste artigo, Tom Coelho trata a questão das escolhas sob uma perspectiva bem interessante. Todos nós fazemos escolhas diáriamente, algumas com maior impacto em nossas vidas outras triviais. O que escolher e como fazemos nossas escolhas? Quais os critérios, crenças e valores por trás daquilo que efetivamente fazemos. Eis a questão</span></em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em><span style="color: #333399;">*</span> por Tom Coelho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a harmonia conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas atividades. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas por fazer, mas não conseguem abraçar a tudo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: “Entre o <em>sim</em> e o <em>não</em>, só existe um caminho: escolher”.</p>
<p style="text-align: justify;"> Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão específica e irrevogável tem que ser tomada apenas porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo ao muito duvidoso. Assim, uma companhia que lhe oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a uma dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Prazer e Vocação</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong>Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci que dizia: “A sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse o contrário. Porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, sempre estaremos numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.</p>
<p style="text-align: justify;"> Todavia, é indiscutível a importância de alinhar o prazer às nossas aptidões. Encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós ao que chamamos <strong>vocação</strong>. Oriunda do latim <em>vocatione</em>, e traduzida literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade. Uma voz imaginária que soa latente, capaz de converter advogados em músicos, fazer engenheiros virarem suco. É um lugar no tempo e no espaço onde a felicidade tem sua morada.</p>
<p style="text-align: justify;"> Escolhas são feitas com base em nossas preferências. E aí torno a recorrer à etimologia para descobrir que o verbo “preferir” vem do latim <em>praeferere</em> e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre-arbítrio.</p>
<p style="text-align: justify;"> O mundo corporativo nos reserva muitas armadilhas. Trocar de empresa ou mudar de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando: “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar comigo o benefício da dúvida. Por isso, opto por assumir riscos calculados e seguir adiante. Somos livres para escolher, porém prisioneiros das consequências.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não lhe valorizam, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”. Meias-palavras, meias-verdades, mentiras inteiras, meio caminho para o fim.</p>
<p style="text-align: justify;"> Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta:<strong> “Ele viveu com paixão?”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Qual seria a resposta para você?</p>
<p style="text-align: justify;"> <em>* </em><strong><em>Tom Coelho</em></strong><em> é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail </em><em><a href="mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br">tomcoelho@tomcoelho.com.br</a></em><em>. </em></p>
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		<title>Administrar um time de estrelas requer habilidade, cuidado e sensibilidade por parte dos gestores</title>
		<link>http://avitech.com.br/vidaecarreira/2010/06/21/administrar-um-time-de-estrelas-requer-habilidade-cuidado-e-sensibilidade-por-parte-dos-gestores/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 15:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Márcio Jardim 
 Desde que anunciou a escalação da seleção brasileira, o técnico Dunga tem sido alvo de críticas. O motivo: falta de craques na equipe. Dunga deixou de fora os atacantes Adriano, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Ganso e Neymar, todos reconhecidos por seu brilho raro em campo e alguns pela indisciplina decorrente de certo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>P<span style="text-decoration: underline;">or Márcio Jardim</span> </strong></p>
<p> Desde que anunciou a escalação da seleção brasileira, o técnico Dunga tem sido alvo de críticas. O motivo: falta de craques na equipe. Dunga deixou de fora os atacantes Adriano, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Ganso e Neymar, todos reconhecidos por seu brilho raro em campo e alguns pela indisciplina decorrente de certo excesso de estrelismo. As motivações do técnico para excluí-los são um mistério, mas a escolha de profissionais especialmente talentosos, seguros de seu valor e com comportamentos controversos pode ser um desafio para diversas corporações. Afinal, administrar talentos fora de série, motivá-los e enquadrá-los em trabalhos de equipe requer habilidade, cuidado e sensibilidade por parte dos gestores.</p>
<p> O diretor de Recursos Humanos da Google para América Latina, Deli Matsuo, conhece bem a realidade de administrar profissionais brilhantes. A Google é uma empresa que só contrata colaboradores com formação de primeira linha, altamente capazes e com um perfil extremamente realizador. Para mantê-los, portanto, precisa oferecer condições de trabalho condizentes com seus talentos, perspectivas de crescimento e uma série de outros benefícios que suportem as exigências desses profissionais. “Administrar um time de estrelas é como namorar uma garota linda: é preciso fazer de tudo para agradá-la”, resume.</p>
<p> A afirmação é delicada, mas a diferença é que a namorada é apenas uma e a Google tem 250 colaboradores no Brasil e 23 mil no mundo. Haja paixão! Mas é isso mesmo o que se precisa. Matsuo diz que os gestores precisam ter um amor incondicional por suas equipes, perceber o que cada membro necessita e procurar atender ao máximo seus desejos. “Quando uma empresa tem profissionais de peso, a organização precisa suportar esse grupo, ela tem que saber dar oportunidades e propor desafios interessantes, atrair a participação e oferecer benefícios adequados para cada um”, afirma.</p>
<p> Segundo Matsuo, o gestor tem a responsabilidade de saber o que os profissionais almejam para se sentirem felizes e o RH precisa dar apoio para ações que visem a proporcionar essa felicidade. É por isso que ele defende a existência de Departamentos de RH adequados aos objetivos da corporação. “Se a empresa tem um profissional de RH para cada 500 colaboradores, não dá para atender bem.”</p>
<p> Durante o Congresso de RH promovido pela Febraban, no dia 25 de maio, ele comentou, ainda, que embora a geração Y, dos nascidos depois dos anos 1990, seja caracterizada por sua avidez por uma ascensão rápida na carreira, salários e promoções não são os únicos instrumentos de motivação. “Tem gente que quer ser promovido, mas há outros que gostariam de ter experiências internacionais, outros preferem ter mais qualidade de vida e querem horários flexíveis para administrarem melhor seu tempo e há, ainda, os que não querem mudar de cargo porque sabem que deixariam de realizar as tarefas técnicas que desenvolvem”, observa. Para ele, o importante é compreender essas dinâmicas.</p>
<p> <strong>Exigências excessivas</strong></p>
<p> <img class="alignleft" title="1909adriana032" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2010/06/1909adriana032-150x150.jpg" alt="1909adriana032" width="135" height="135" />Um RH atento aos desejos dos colaboradores é positivo, o problema é quando os profissionais adotam comportamentos excessivamente exigentes, infantis e até megalomaníacos na empresa por acreditarem que podem ou sabem mais dos que os colegas. <strong><em><span style="color: #993300;">A psicóloga Adriana Rodrigues Gomes, da consultoria Vida e Carreira</span></em></strong>, adverte que esse tipo de atitude é condenada pelos gestores, ainda que a capacidade técnica do profissional seja excelente. “As acompanhias já perceberam que, no médio prazo, colaboradores com essa característica sempre trazem problemas”, comenta. Adriana observa que hoje em dia executivos com habilidades no relacionamento interpessoal são muito mais bem vistos no mercado de trabalho, eventualmente até mais do que outros com melhores qualidades técnicas e humor indomável.</p>
<p> A psicóloga analisa, ainda, que a egotrip de alguns profissionais, inclusive os que assumem cargos mais elevados, pode estar relacionada com mecanismos de defesa contra críticas. “Adotar uma postura de distanciamento e até agressividade com os demais colegas é uma forma de ficar à margem de contestações”, observa. No entanto, o preço de jamais ser criticado é a solidão e o excesso de tarefas, uma vez que a tendência dos demais colegas é evitar aquele profissional arrogante e cheio de si. “Quando o comportamento da pessoa não é aceito pela maioria, a tendência é de que seus companheiros de trabalho deixem de ser solícitos e não dividam as tarefas”, analisa.</p>
<p>O conselho de Adriana é que as pessoas estejam atentas a seus comportamentos porque muitas vezes as estrelas sequer percebem que são desagradáveis e acabam provocando desgastes que poderiam ser evitado.</p>
<p>Canal RH VR </p>
<p>quarta-feira, 9 de junho de 2010</p>
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