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	<title>Vida e Carreira &#187; Pesquisas</title>
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	<description>Espaço destinado a discutir idéias e promover reflexões sobre vida profissional, carreira e mercado de trabalho, bem como apresentar resultados, através de depoimentos dos serviços de assessoria em Orientação Profissional e de Carreira.</description>
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		<title>Funcionários altruístas tendem a ser rejeitados pelo grupo</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 23:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[ Essa matéria me fez pensar sobre a questão da atitude de um profissional em grupo e quanto a iniciativa deliberada e até o desejo de ajudar outras pessoas da equipe podem ser interpretada erroneamente. Um elemento que queira fazer mais, mesmo sem intensão de incomodar ao grupo, apenas para ter mais experiência pode se tornar um [...]]]></description>
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<p> Essa matéria me fez pensar sobre a questão da atitude de um profissional em grupo e quanto a iniciativa deliberada e até o desejo de ajudar outras pessoas da equipe podem ser interpretada erroneamente.</p>
<p>Um elemento que queira fazer mais, mesmo sem intensão de incomodar ao grupo, apenas para ter mais experiência pode se tornar um elemento desagregador, porém minha percepção é que essa atitude podesaer interpretada de maneira diferente dependendo da cultura organizacional em que ele está inserido.</p>
<p>Vale a pena ler e pensar a respeito.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Adriana Gomes</p>
<p><!-- FIM TITULO DEFAULT--></p>
<div>
<div id="attachment_305"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/diz-estudo/files/2010/10/altruista620.jpg"><img title="altruista620" src="http://veja.abril.com.br/blog/diz-estudo/files/2010/10/altruista620.jpg" alt="" width="620" height="349" /></a> Jupiter Images/Getty Images </p>
</div>
<blockquote><p><strong>Título oficial: </strong>The Desire to Expel Unselfish Members From the Group</p>
<p><strong>Publicação: </strong>Journal of Personality and Social Psychology</p>
<p><strong>Quem fez:</strong> Craig D. Parks e Asako B. Stone</p>
<p><strong>Instituição:</strong> Washington State University e Desert Research Institute</p>
<p><strong>Dados de amostragem: </strong>140 estudantes, em quatro estudos diferentes</p>
<p><strong>Resultado: </strong>Há duas motivações diferentes que fazem dos colegas de trabalho altruístas indesejados. A primeira delas, classificada como mundana, se refere a uma crença de que a pessoa não consegue compreender claramente seu trabalho ou que ela tenha um comportamento imprevisível. A segunda, é a de que ou esse colega não é um bom parâmetro para sua imagem no escritório ou ele simplesmente não consegue aderir às regras locais de comportamento.</p></blockquote>
<p>A história da maçã podre que estraga todas as demais dentro do cesto de frutas também pode ser usada, com uma inversão de papéis, para explicar algumas relações entre funcionários dentro de uma empresa. Na teoria levantada no estudo <em>The Desire to Expel Unselfish Members from the Group</em> (<em>O Desejo de Expulsar Membros Altruístras do Grupo</em>, em tradução livre), quem faz o papel de maçã podre é o funcionário altruísta, que está sempre disposto a ajudar e a ensinar quem quer que seja – principalmente quando isso não é sua obrigação.</p>
<p>Quanto mais ele se prontifica para afazeres impopulares, mais é odiado pelos colegas, criando um clima de competição e podendo, até mesmo, “contaminar” o ambiente de trabalho. Na maioria dos casos, esse funcionário dito altruísta é mal visto pelo resto do grupo, por “elevar” o nível do trabalho, e corre o risco de ser rejeitado por eles.</p>
<p>O desequilíbrio causado no grupo com a entrada de um funcionário com esse perfil é simples. Mais disposto a colaborar, a ajudar e a fazer aquilo que ninguém gosta de fazer, ele fica com a imagem de ser mais eficiente que os demais – o que pode irritar alguns. “Esses indivíduos generosos acabam fazendo com que os demais fiquem mal vistos no ambiente de trabalho”, afirmam Craig Parks e Asako Stone, autores do trabalho. De acordo com os dois, no convívio corporativo se espera uma participação igualitária entre todos os membros, mesmo que algum deles seja capaz de mais. Além de deixar o lugar mais homogêneo e menos competitivo (pelo menos na teoria), essa linearidade também seria a responsável por amenizar defeitos, falhas e limitações de algumas pessoas.</p>
<p>Segundo a pesquisa, durante um dilema social é bastante comum que os envolvidos acabem se esquecendo dos seus objetivos e se foquem apenas em avaliações pessoais um dos outros. Por isso, a maçã podre daquele grupo pode acabar sendo expulsa da cesta de frutas. Para Parks e Stone, essa  possível expulsão acontece por dois motivos básicos. Sem a figura que eleva o nível do trabalho, acaba a necessidade de competição. A segunda delas, no entanto, diz respeito às normais internas. Alguém que coloca em risco as regras preestabelecidas e que tem idéias para mudá-las é um perigo que deve ser descartado.</p>
<p> Publicado originalmente em Veja on line  em 29/10/2010</p>
</div>
</div>
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		<title>Ninguém nos ensina a envelhecer</title>
		<link>http://avitech.com.br/vidaecarreira/2011/03/22/ninguem-nos-ensina-a-envelhecer/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 19:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por ADRIANA GOMES Talvez por isso o medo da senioridade. As sociedades pré-capitalistas se orientavam essencialmente para o passado e essa orientação, de certa forma, garantia uma relativa estabilidade dos usos e costumes assimilados e que mantinham de geração para geração. Agnes Heller*, afirma que: “os filhos imitavam os pais, os netos imitavam os avós. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="0" width="524">
<tbody>
<tr>
<td width="520" height="1657" valign="top"><img class="alignleft" title="envelhecer" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/image001-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p><em>Por ADRIANA GOMES</em></p>
<p>Talvez por isso o medo da senioridade. As sociedades pré-capitalistas se orientavam essencialmente para o passado e essa orientação, de certa forma, garantia uma relativa estabilidade dos usos e costumes assimilados e que mantinham de geração para geração. Agnes Heller*, afirma que: “os filhos imitavam os pais, os netos imitavam os avós. Os velhos eram os que melhor conheciam as experiências do passado e os mais capazes de resumi-los de modo útil.”</p>
<p>Entretanto nossa sociedade, orientada para o futuro, traz a possibilidade de produção indefinida e produz no homem a necessidade de modificar-se permanentemente, de renovar-se e transformar-se. Essa necessidade de novidade, a necessidade de transformarmos constantemente tanto a sociedade quanto a nós mesmos, é uma das maiores conquistas da história humana. Porém, com a crescente alienação, também essa conquista converte-se em seu contrário. A orientação para o futuro termina por transformar-se em moda e consequentemente o velho perde seu valor de referência.</p>
<p>A vida nos consome com a constante necessidade de atualização e os diários “deliverys” e, não raro, as pessoas são pegas de surpresa quando são solicitadas a fazer as contas sobre quanto tempo estão na mesma empresa, em um determinado relacionamento ou mesmo quando contabilizam o tempo de formadas.</p>
<p>São surpreendidas quando, num dia qualquer, sem nenhum aviso ou até negando os pequenos sinais do tempo, começam a notar alguma dificuldade para fazer a sua leitura semanal. A visão dando os primeiros sinais de cansaço – geralmente negados, desculpe o trocadilho, à primeira vista.</p>
<p>Somos “adestrados” desde pequenos para ingressar no mundo do trabalho. Para isso, há um longo condicionamento que começa com os primeiros anos da escola: acordar cedo, assumir responsabilidades com horários e prazos de entrega. Somos induzidos a acreditar que se fizermos “tudo direitinho”, o futuro nos brindará com uma carreira bem sucedida e teremos uma velhice tranquila e digna.</p>
<p>Bem, a história nem sempre tem essa bela trajetória. Não falarei da trajetória hoje, apenas do final dela. Mesmo que tenha sido assim, bonita e bem sucedida, o período de desligamento, a aposentadoria, regulamentada por lei e concedida por idade, tempo de serviço ou invalidez, é um período complexo e delicado, para o qual não há preparo.</p>
<p>As pessoas serão obrigadas, na maioria das vezes, a lidar solitariamente com as fortes emoções que esse período traz, como a angústia, a solidão, a falta de sentido e propósito de vida, a exclusão social e o sentimento de inutilidade.</p>
<p>Segundo pesquisa do site Vida e Carreira, realizada com 222 pessoas no período de Janeiro a Março de 2010:</p>
<div>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="456" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" bgcolor="#ffe6cc">
<div><strong>O que você pretende fazer a partir da sua aposentadoria?</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" bgcolor="#d7efff"> </td>
<td width="124" bgcolor="#d7efff"><strong>Response Percent</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Ter um negócio próprio.</td>
<td bgcolor="#d7efff">35,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#caeaff"><strong>Viajar e conhecer o mundo.</strong></td>
<td bgcolor="#caeaff"><strong>47,4%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Adquirir uma franquia.</td>
<td bgcolor="#d7efff">6,6%</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Viver na praia ou no campo.</td>
<td bgcolor="#d7efff">24,0%</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Continuar a vida sem maiores mudanças.</td>
<td bgcolor="#d7efff">23,5%</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Estudar no exterior por prazer.</td>
<td bgcolor="#d7efff">7,7%</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Curtir meus hobbies.</td>
<td bgcolor="#d7efff">37,8%</td>
</tr>
<tr>
<td width="323" valign="bottom" bgcolor="#fffaf4">Fazer cursos diversos.</td>
<td bgcolor="#d7efff">33,7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Os índices são interessantes. Como a média de idade dos respondentes está entre os 18 e os 40 anos – até 30 anos (27,1%) e de 31 a 40 anos (29,4%) -, a pesquisa ainda retrata uma fase jovem da vida profissional. Os sonhos de aposentadoria retratam o desejo de viajar e conhecer o mundo em primeiro lugar (47%), depois curtir hobbies (37,8%) e em seguida o desejo de não parar de trabalhar, ou seja, montar negócio próprio (35,7%).</p>
<p>A realidade é que segundo o IPEA, mais de 30% dos aposentados ainda trabalham. Seis em cada dez famílias são sustentadas pelos aposentados, que além de manter familiares que estão em idade economicamente ativa, ainda concorrem no mercado de trabalho com jovens e adultos que também sofrem com o alto índice de desemprego.</p>
<p>O brasileiro está vivendo mais e melhor, com mais qualidade de vida. Aos 65 anos ainda é saudável e capaz para o desempenho profissional. Porém o preconceito e a falta de políticas públicas e organizacionais cuidam de minar o processo de desenvolvimento profissional. O trabalho “clandestino” é a melhor opção para que esse contingente populacional sobreviva dignamente emocional e fisicamente.</p>
<p>O trabalho constitui o homem. Passamos mais tempo na relação de trabalho do que em qualquer outra relação. Crescemos ouvindo que é preciso trabalhar. Mas o que se faz quando é suprimido o direito de trabalhar mesmo que ainda se tenha saúde física e mental. O que fazer quando ainda há vontade de contribuir socialmente através do trabalho? Não é só uma questão de fazer um trabalho voluntário, mas a remuneração também é um estímulo, senão, em muitos casos, uma necessidade.</p>
<p>Não é um caso simples de se resolver, entretanto. Em breve não seremos mais um país de jovens, a nossa pirâmide etária está diferente de 30 anos atrás e isso faz com que precisemos pensar sobre essa questão hoje.  É uma miopia social tratar a pessoa de idade como um inválido incapaz, como se o seu conhecimento acumulado fosse desprezível.</p>
<p>Estima-se que, apenas entre 1980 e 2000, deixaram de nascer aproximadamente 35 milhões de crianças no Brasil. Pelo menos outros 35 milhões nasceriam entre 2000 e 2010 se os níveis de fecundidade de 1980 tivessem permanecido constantes desde então. Por sua vez, o contingente de idosos brasileiros, aqui entendido como a população acima de 65 anos, aumentou em torno de 3,7 milhões entre 1980 e 2000.</p>
<p>Há muito que fazer. Aos profissionais voltados às áreas de RH nas organizações, também aos orientadores de carreira e mesmo aos profissionais da área da saúde e educação, há um grande mercado abrindo as portas. Aqueles que tiverem visão e perceberem as possibilidades e oportunidades relacionadas que se preparem, pois há muito por ser feito junto aos profissionais seniores.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Pesquisa:Gestão de Vida e Carreira</title>
		<link>http://avitech.com.br/vidaecarreira/2009/12/16/pesquisagestao-de-vida-e-carreira/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que é final de ano e que o tempo parece estar mais curto que nos outros meses do ano, mas a gente não para de planejar e quer trazer novidades e informações para vocês no próximo ano. Assim, se você desejar colaborar, acesse o link abaixo e  faça parte de nossa pesquisa.   http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=8Df1JqPUIF21frl6Fj3YoQ_3d_3d  É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-25" title="logo_url" src="http://avitech.com.br/vidaecarreira/wp-content/uploads/2009/12/logo_url-150x150.GIF" alt="logo_url" width="150" height="150" />Sei que é final de ano e que o tempo parece estar mais curto que nos outros meses do ano, mas a gente não para de planejar e quer trazer novidades e informações para vocês no próximo ano. Assim, se você desejar colaborar, acesse o link abaixo e  faça parte de nossa pesquisa.</p>
<p><strong>  <a href="http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=8Df1JqPUIF21frl6Fj3YoQ_3d_3d">http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=8Df1JqPUIF21frl6Fj3YoQ_3d_3d</a></strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> <strong>É seguro</strong></span><strong>.</strong></p>
<p>Elaboraremos artigos e divulgaremos as informçaões através do blog, do site e do Twitter.</p>
<p>Nós sabemos que tratar sobre assuntos relacionados à carreira não é muito fácil apesar da enorme quantidade de informções disponíveis. Sabemos também que há pouca pesquisa sobre o tema junto à população brasileira, assim, você pode fazer a sua contribuição.</p>
<p>Obrigada,</p>
<p>Contamos com suas sugestões e comentários para que possamos trazer sempre informações úteis.</p>
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