Archive for Setembro, 2010

Como negociar seu salário

Quarta-feira, Setembro 29th, 2010

São dicas que eu mesma costumo dar aos meus clientes. Agora expressas pelo colega Robert Wong.

São boas as dicas.

Boa sorte!

Um abraço,

Adriana

87056O salário é importante, mas o ideal é buscar um equilíbrio entre esses três fatores. Quem só pensa na compensação acaba sendo tachado de “mercenário”. Conforme Robert Wong, em uma negociação salarial, mais importante do que você pede é COMO você pede. Por isso, ele recomenda observar os seguintes passos: – Planeje, planeje, planeje!

Pesquise a política salarial da empresa, faixas salariais do mercado, benchmarks.

- Procure um aconselhamento profissional com um especialista. Pode ser um consultor, um headhunter.

-Trate do assunto com quem decide. Queixar-se de problemas salariais com a área de RH e com os colegas não ajuda.

- No momento da negociação, tente ver as coisas sob a ótica de seu chefe.

 - Lembre-se sempre que o salário é uma questão profissional, e não pessoal. As pessoas lembram mais dos fracassos do que das realizações, por isso fale de seus sucessos profissionais, seus resultados. Reforce com provas concretas (números). Jamais fale em aumento salarial porque aumentou a escola do filho, ou porque você precisa trocar de carro, etc.

- Saiba a hora certa para pleitear qualquer aumento. Se a empresa está indo mal, não é um bom momento. Se o seu chefe está passando por um período turbulento, também pode não ser um bom momento.

- Ajude o seu chefe a ficar bem na foto. Se ele subir, você também poderá subir. Não se trata de “puxar o saco”, mas sim de ter uma relação respeitosa e profissional.

- Deixe sempre a empresa fazer a primeira oferta

- Considere que o importante é otimizar e não maximizar a sua compensação.

- Mesmo que a proposta não seja a desejada, agradeça e deixe as portas abertas para uma eventual nova negociação. Nunca feche as portas.

 - Trabalhe continuamente a sua atitude, pois você é normalmente contratado por suas competências técnicas e demitido por suas incompetências pessoais (ou não se deu bem com pessoas na empresa ou com clientes, ou fez intrigas, ou mostrou destempero emocional, etc.).

- E, por fim, lembre-se que o aumento é atrelado ao desempenho, à meritocracia. Sem resultados, não há como negociar salário.

 HSM Online

Mercado requer idioma acompanhado da cultura

Terça-feira, Setembro 28th, 2010

imagesCAJF9NECDe fato, mais do que dominar um idioma é importantíssimo o conhecimento dos hábitos e costumes dos países. Isso faz a diferença no momento de realizar negócios. Quem entende os aspectos culturais, valores e crenças, leva vantagem. A matéria é bem interessante e reafirma minha posição.

Por  Mariana Celle

Ter fluência no idioma inglês não é mais diferencial no mercado de trabalho. Além da vivência na língua de Shakespeare, as empresas também buscam a habilidade em uma segunda ou terceira língua estrangeira aliada ao conhecimento da cultura de outros países. Foi o que aconteceu com Jerome Ly, que conquistou aos 28 anos o cargo de sócio-diretor da Ludatrade. com, parceiro brasileiro do Alibaba.com, site de comércio eletrônico mundial que promove negócios entre empresas. Ly temorigemasiática e viveu na França até os 23 anos, depois morou nos EstadosUnidos,Hong Kong e há um ano está no Brasil. Na lista de idiomas do jovem executivo, estão o francês, inglês, chaozhou (dialeto chinês), mandarim e cambojano, os quais tem fluência; ainda há espaço de conhecimentos moderados do cantonês, espanhol e português. Conhecer não apenas a língua, mas tambémos hábitos e as particularidades culturais é essencial para tornar um negócio bem-sucedido, acredita Ly. Cada país tem sua particularidade e conhecê-las é uma vantagemcompetitiva , diz. Diferenças culturais Uma negociação não acontece da mesma forma em todos os países. Na China, por exemplo, geralmente você fecha um negócio enquanto está jantando e cantando com seu chefe. Na França ou nos Estados Unidos, essas relações são muito mais formais , afirma o executivo. Devido a essas circunstâncias, Ignacio Bao, presidente da Signium Internacional, consultoria em recursos humanos, alerta que saber apenas a língua não é satisfatório no meio corporativo. O conhecimento do idioma deve ser suficiente para gerir a empresa e a equipe, não apenas para conversar em um jantar , diz. Ohábito de improvisar também não, assegura Adriana Gomes, coordenadora do ESPM Carreiras, serviço de apoio ao desenvolvimento profissional dos alunos da Escola Superior de Propaganda e Marketing. Arriscar no portunhol não é suficiente nas relações de trabalho , afirma. Companhias internacionalizadas A demanda por profissionais que sejam efetivamente fluentes em outros idiomas não é apenas externa, mas tambémde empresas brasileiras interessadas em serem globais. Hoje muitas companhias podemser consideradas transnacionais, pois têm fornecedores, clientes, parceiros e concorrentes de outros países , afirma Bao. Desta forma, a crescente procura interna é uma boa chance de alavancar a carreira. A fluência em inglês e em espanhol gera remuneração mais alta e crescimento acelerado , diz Adriana. A especialista ainda indica que caso o profissional não consiga se comunicar de forma razoável é melhor não citar o idioma no currículo. É preciso conseguir, pelo menos, comentar sobre suas realizações e informações que constam no currículo apresentado , afirma. Estrangeiras Caso um profissional não saiba se comunicar em inglês ou em espanhol, idiomas mais difundidos nas escolas de idiomas no país, ainda há boas oportunidades no mercado. Se uma pessoa é fluenteemfrancês ouemalemão, por exemplo, e conhece a cultura desses países, é uma grande vantagem , diz Adriana. Antes de tudo: o português Desde o início deste ano, a procura pelo curso de redação empresarial cresceu 50% em relação ao ano passado na Catho Online, empresa de oferta de currículos e empregos pela internet. No prazo de quatro anos, mais de 20 mil profissionais já fizeram o curso para aprimorar a língua portuguesa. Os números são apenas uma fatia do mercado que demonstra que a habilidade com o próprio idioma nem sempre pode ser garantida apenas pelo conhecimento do vocabulário técnico. Hoje as empresas esperam que, com o curso, o profissional possa expressar competência ao comunicar, pois muitos têm dificuldade de escrever e-mails e relatórios , diz Etiene Carvalho de Castro, coordenadora comercial da Catho Educação. O comando do próprio idioma é fundamental para organizar o pensamento e expressar ideias com mais precisão, segundo Adriana Gomes, coordenadora da ESPM Carreiras. Falar e escrever bem o português é pré-requisito número um , diz.

M.C. _ mcelle@brasileconomico.com.br

BRASIL ECONÔMICO (SP) • BRASIL • 28/9/2010

Gerenciamento de carreira em tempos de incerteza

Terça-feira, Setembro 21st, 2010

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O artigo de André Massaro, publicado na HSM, é bem interessante. Eu realizei uma palestra com o mesmo tema há cerca de um ano, porém ele faz comaprações bélicas e militar no trado da gestão da carreira, que considerei interessante e oportuna.  Vale refletir sobre o posciocionamento. Por isso compatilho com vocês.

Um abraço,

Adriana Gomes

  O que alguém que vem da área de finanças e de mercado de capitais tem a ensinar sobre como conduzir um plano de carreira? O dinamismo e a incerteza dos mercados financeiros nos fazem ver as coisas de uma forma um pouco diferentes do habitual.

 Qualquer tentativa de antecipar os movimentos futuros do mercado é futilidade, ingenuidade ou, em situações mais extremas, puro charlatanismo. Uma das primeiras lições que aprendemos no mercado (e geralmente essa lição vem com um pouco de dor) é: o que realmente importa não é o que você vai fazer, mas sim “o que fará se aquilo que queria fazer der errado”.

Essa visão vem ainda ao encontro dos primórdios da minha vida acadêmica. Quando entrei na faculdade, no final dos anos 80, era o auge da infame “reengenharia”. A minha geração profissional foi formada em uma situação, no mínimo, ambígua. Aprendíamos sobre as coisas que o mercado buscava em um profissional. E ao mesmo tempo assistíamos “de camarote” a executivos (às vezes os próprios pais dos colegas de escola) caírem como moscas.

Eram aqueles executivos que haviam feito “tudo direitinho”, feito todos os cursos, lido todos os manuais, fizeram aquilo que lhes disseram que era certo. De uma hora para a outra a realidade mudou, todos ficaram obsoletos e foram devidamente “reengenheirados”.

 Muitas das práticas corporativas mais populares vêm da doutrina militar. Termos como “estratégia” e “posicionamento” tem alta conotação bélica, mas até a doutrina militar mudou. Hoje se fala em “guerra assimétrica”, onde o inimigo não é mais um exército organizado, e sim um terrorista em um ambiente urbano caótico, onde não é possível distingui-lo de cidadãos comuns e inocentes.

A zona de guerra é um ambiente mais dinâmico e incerto do que jamais foi, e muitos teóricos militares dizem que estamos deixando a “era da estratégia” e entrando na “era das contingências”. Hoje um bom plano de contingência vale tanto ou mais que uma boa estratégia.

Saindo um pouco do front e voltando para a nossa realidade profissional, o Brasil hoje passa por um momento econômico promissor. A economia está aquecida, e alguns entendidos do assunto dizem que o mercado de trabalho também está. Estamos em uma situação “confortável”.

Talvez tão confortável quanto nos dias “pré-reengenharia”, onde o gerenciamento da carreira não era uma coisa com que se preocupar. Mas há algo, no mínimo, estranho no ar. Os sábios chineses já diziam que “o rabo não balança o cachorro”.

O Brasil está indo bem enquanto os EUA e a Europa Ocidental naufragam, e até mesmo os chineses começam a apresentar sinais de cansaço. Podemos, muito em breve, ter um novo “chacoalhão” por aqui. O que vamos fazer dessa vez?

 Um bom plano de carreira para situações de incerteza e contingências deve se apoiar em duas coisas: uma honesta e profunda avaliação de nossas realizações e fraquezas, e um plano de aprendizado e desenvolvimento pessoal que dê ênfase na versatilidade e na capacidade de adquirir novas habilidades rapidamente. À medida que a realidade à nossa volta fica mais caótica e dinâmica, as carreiras deverão, igualmente, ficar menos lineares rumo às posições de topo das organizações.

 O plano de carreira será, cada vez mais, um plano de aprendizado, pois faremos muitas coisas novas e que não prevíamos. E será preciso dar ênfase não às habilidades em si, mas sim às chamadas “meta-habilidades”, que são “habilidades que criam habilidades”.

São normalmente as habilidades relacionadas ao aprendizado e a comunicação. Conhecer “de cor e salteado” os mais modernos modismos gerenciais, todas as atuais práticas contáveis e para que serve cada função daquele ERP de última geração tem o seu valor, mas esse tipo de habilidade rapidamente fica obsoleta e perde valor.

Agora, ter a capacidade de aprender e compreender os próximos modismos, práticas contábeis e sistemas que vêm por aí mais rápido e com mais eficiência que seus colegas, é algo cujo valor só aumenta. E você? Já fez o seu plano de aprendizado?

 André Massaro (Especialista em finanças pessoais e autor do livro MoneyFit (Matrix Editora) www.moneyfit.com.br – Twitter: @andremassaro)

A administração da carreira enfrenta um novo desafio

Segunda-feira, Setembro 13th, 2010

Jovens empreendedores*Joyce Ajuz Coelho , apresenta uma boa refelexão sobre a importância do planejamento da carreira. Concordo com a sua afirmação: ” Hoje, um plano de carreira se equivale a um plano de vida. Logo, o ideal é ter objetivos claros em todos os papéis que representamos: pessoal, profissional, familiar e social.” ótima contribuição. Boa leitura,

Um abraço,

Adriana Gomes

Após anos de inserção no mercado de trabalho, chega um momento em que o profissional sente a necessidade de ampliar ou reciclar seus conhecimentos na área de atuação ou mesmo repensar a trajetória da sua carreira. De acordo com recentes notícias, o mercado de trabalho está aquecido, entretanto, faltam profissionais qualificados para ocupar as vagas existentes. A crescente oferta de oportunidades deve contribuir para cada profissional rever a sua estratégia, elaborando um plano de vida.

 Hoje, um plano de carreira se equivale a um plano de vida. Logo, o ideal é ter objetivos claros em todos os papéis que representamos: pessoal, profissional, familiar e social. Estabelecer as competências necessárias para cada objetivo e estipular prazos para atingir as metas definidas são os princípios do desenvolvimento pessoal e profissional.

 A análise da carreira e a avaliação de possíveis ganhos profissionais devem ser contínuas. A hora de mudar de atividade é quando não há mais desafios ou novas aprendizagens. Neste caso, é preciso pesquisar o que o mercado tem exigido, para se aperfeiçoar e valorizar o currículo.

O grande desafio é encontrar o significado do trabalho nas atividades organizacionais. De acordo com a pesquisadora canadense Estelle Morin, um trabalho significativo tem um propósito social claro, uma moral justificável, desenvolve aprendizagem, utiliza as suas potencialidades, dá autonomia, reconhecimento e desenvolve relações pessoais positivas.

 Você já avaliou se a sua atividade profissional é significativa? O que você está fazendo para atingir os seus objetivos? As atividades do trabalho e do lazer estão cada vez mais ligadas, criando desequilíbrios na vida pessoal daqueles que não conseguem encontrar prazer nas atividades profissionais.

O grande desafio hoje é administrar o desejo de status e reconhecimento com qualidade de vida. Os profissionais não estão conseguindo atingir os seus objetivos pessoais — como atenção à família, espaço para reunião de amigos e realização de viagens, devido às exigências cada vez mais prementes de dedicação às organizações, conexão permanente e 24h online.

As ferramentas modernas de comunicação, da mesma forma que facilitam a interação, também criam uma relação de dependência que torna difícil a não interferência do trabalho na vida particular. O grande desafio hoje é atender a demanda de profissionais competentes e qualificados, sem, entretanto, abdicar de qualidade de vida e dos objetivos pessoais. É importante avaliar em cada etapa do desenvolvimento profissional o objetivo que deve ser priorizado e estar consciente das escolhas e das mudanças necessárias para encontrar a autorrealização e a felicidade. *Joyce Ajuz Coelho é diretora do curso de Administração da ESPM-RJ.

• 9/9/2010 Portal Profissional em Foco

As armadilhas de procurar emprego quando está empregado

Quarta-feira, Setembro 1st, 2010

87020Ter coragem de mudar, dar novos rumos para a carreira é sempre importante para o profissional, e aquela velha afirmação de que o melhor momento para procurar um novo emprego é quando está empregado continua valendo. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que esse momento de transição aconteça de forma estruturada e sem impactos negativos.

“O primeiro ponto, talvez o mais importante, é não descuidar da produtividade na empresa atual. Não é certo voltar todas as atenções para as buscas de um novo emprego e deixar cair a produtividade na função que exerce. É importante ter isso muito claro e saber separar as coisas”, aponta Adriana Gomes, professora do Núcleo de Estudos de Gestão de Pessoas da ESPM.

Para Adriana, quando o profissional começa a procurar um novo emprego, geralmente, já está desmotivado com a atividade ou com a empresa, daí a necessidade de um cuidado ainda maior para não deixar a desejar no fechamento deste ciclo na organização. “Não pode descuidar do desempenho, para sair da empresa deixando as portas abertas, com bom relacionamento e referências profissionais”, aconselha.

Outro aspecto importante é levantado por Priscila de Azevedo Costa Martins, coordenadora da Veris Carreiras – do Grupo Ibmec Educacional – a divulgação da disponibilidade para o mercado. Ela explica que o networking é, sim, relevante para conseguir novas oportunidades na carreira, no entanto, é preciso cautela e discernimento para saber como utilizá-lo. “Temos de pensar que numa rede de contatos conhecemos uma pessoa, que conhece alguém, que conhece outro, que pode conhecer nosso chefe. Então, todo cuidado é pouco. Saber como falar e com quem falar deve ser uma preocupação do profissional neste momento de transição”, diz Priscila.

As entrevistas no horário comercial
As consequências de envio de currículos e exposição para o mercado são entrevistas de emprego. Natural que elas comecem a surgir a partir do momento em que o profissional se apresenta disponível ou interessado em novas oportunidades. Mais um aspecto delicado. Sair no meio do expediente para fazer entrevistas não é uma boa opção. Inventar mentiras, consultas médicas ou coisas do tipo, também não é aconselhável.

“Tente negociar para o horário de almoço, antes ou após o expediente. Normalmente as consultorias já estão acostumadas com essa negociação, elas sabem que a pessoa está trabalhando e não pode sair no meio do horário de trabalho”, alerta Priscila. “Isso acaba sendo bem visto, porque transparece que é um profissional que se compromete com a empresa e que não vai sair e deixar ninguém na mão”, completa.

Segundo Adriana, essa possibilidade de negociação sempre existe, basta que o candidato se posicione e deixe claro o compromisso que ainda tem de cumprir com empresa atual. “O profissional tem de mostrar para a organização que está interessada nele que vai agir com profissionalismo até o último minuto. Que da mesma forma que não faria isso na empresa em que vir a trabalhar, não fará na atual”. A professora afirma que os entrevistadores costumam valorizar atitudes como essa.

Não faça leilão
Decidiu que quer um novo emprego? Ótimo, mas não faça da sua carreira ou de seu passe um leilão. “Ser convidado para uma entrevista e chegar no gestor ameaçando, definitivamente, não é a escolha certa: fui convidado para fazer uma entrevista e a vaga paga mais, você quer fazer uma contraproposta para eu ficar?”, exemplifica Priscila. Situações assim acontecem mais do que imaginamos.

Esse leilão pode custar muito caro para o profissional. “Caso esteja avaliando outra proposta, a pessoa tem de ser ética, e mais, ela pode muito bem receber um convite para fazer uma entrevista e não ser escolhida para a vaga, aí mais um motivo para não entrar num jogo com a empresa atual”, garante Adriana.

Veja mais dicas das especialistas:

  • Cuidado com quem comenta sobre o seu interesse em mudar de emprego e saiba a melhor forma de falar isso. Evite falar com colaboradores da mesma empresa.
  • Nunca use e-mail ou telefones corporativos nos dados para contato dispostos no currículo. Use informações pessoais.
  • Sempre tente negociar o horário das entrevistas e evite ao máximo sair no meio do expediente para tratar desses assuntos.
  • Não deixe a sua produtividade cair, mantenha uma imagem positiva na empresa.
  • Cumpra as suas responsabilidades até o último dia na empresa, seja ético e profissional.
  • Nunca fale mal da empresa ou gestor atual.

por Viviane Macedo _ UOL  Em São Paulo     25/08/2010 – 16h02